O preço do iPad Pro foi anunciado no último dia 11 pela Apple. Mas o que, afinal, pode justiçar os R$ 9.699 cobrados pela Maçã para a aquisição do modelo com 128 GB, WiFi e conexão 4G? Dispostos a especular sobre a arquitetura do tablet, os curiosos especialistas na desmontagem de gadgets do iFixit decidiram dissecar o novo produto.

Para que o iPad Pro pudesse ser desmontado, a cola que segura a tela de 12,9 polegadas com resolução de 2732x2048 pixels teve de ser primeiramente derretida. Em seguida, uma ventosa foi usada para que o monitor em LCD fosse levantado, o que acabou por revelar uma particularidade complexa do produto: o vidro de proteção é fundido ao display, e isso faz com que a reparação do iPad Pro se mostre realmente complicada.

A remoção da bateria, contudo, foi feita com certa facilidade – se, por acaso, o componente arriar, a substituição da peça não deve machucar (muito) o bolso dos usuários. De acordo com a nível de dificuldade de manutenção do iFixit, consertar um iPad Pro é “difícil” (o aparelho ganhou 3 pontos, sendo que 1 se refere ao grau máximo de complexidade e 10 significa o nível mais fácil de reparo). 

O passo a passo executado para a dissecação do tablet, bem como imagens em alta resolução das suas peças, pode ser conferido em detalhes aqui, em inglês.

Especificações quanto ao design dos alto-falantes, que prometem fazer uso de todas as capacidade de reverberação da carcaça, e também acerca das abas adesivas que mantêm a bateria devidamente alocada podem ser todas consultadas junto da publicação do iFixit.

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O hardware do iPad Pro é capaz de justificar seu preço salgado de quase R$ 10 mil? Comente no Fórum do TecMundo

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