(Fonte da imagem: Reprodução/AllthingsD)

Caso você acompanhe os lançamentos feitos no mercado de tecnologia, já deve conhecer o iPad Air, não é mesmo? O aparelho é uma das novas versões do tablet da empresa da Maçã e leva diferentes qualidades aos seus compradores, como um peso menor e uma espessura ainda mais fina do que a linha “regular”.

A novidade é que o pessoal da empresa de pesquisa IHS realizou um estudo analisando os recursos interiores do iPad Air e do iPad 3 — pulando, sem explicações, a versão quatro do tablet da Maçã. Com isso, foi possível concluir que a novidade da Apple é mais barata para ser produzida do que o aparelho antecessor.

Analisando todas as peças utilizadas nas diferentes versão oferecidas na linha Air, cada unidade do modelo de entrada com suporte para conexão WiFi e armazenamento de 16 GB faz com que a Maçã desembolse US$ 274 (R$ 624, na cotação de hoje), sendo que a alternativa com capacidade de 128 GB e recursos cellular custa US$ 361 (R$ 823) para a companhia.

Trabalhando de uma maneira melhor

Dessa maneira, em média o iPad Air acaba sendo US$ 42 mais barato do que as versões do iPad 3, por mais que os seus recursos sejam mais avançados — como é o caso do processador A7 e também do chip M7, por exemplo. No entanto, esse custo relativamente baixo não é refletido no preço de venda, já que a novidade é mais cara do que a versão antiga do tablet da Maçã.

De acordo com as informações divulgadas, apenas com a utilização de componentes de ponta a Apple conseguiu economizar dinheiro, de maneira que componentes como lâmpadas LED fossem necessários em menor número. Além disso, a empresa também fez com que a mesma antena para WiFi fosse utilizada em todas as versões e escolheu fornecedores mais em conta, barateando o custo da produção.

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