As fritadeiras elétricas que não utilizam óleo – também chamadas de Airfryer – são produtos que ganharam uma popularidade gigantesca nos últimos anos. O motivo está relacionado à forma de funcionamento desses eletrodomésticos, que prometem um alimento frito, mas se utilizar – ou utilizando muito pouco – óleo.

Em mais um episódio do nosso quadro "Será que funciona?" resolvemos testar um produto Airfryer e ver se ele realmente cumpre o que promete. Apenas deixamos claro que o nosso objetivo não é valorizar ou destacar uma marca específica, tampouco explicar a diferença entre cada uma delas. Queremos apenas avaliar apenas o funcionamento e concluir se o resultado final realmente é o que todos nós esperamos e vemos nas propagandas.

Ainda não conhecia esse nosso quadro? No "Será que funciona", nós já testamos a garrafa inderrubável, Mighty Mug, e as películas superprotetoras da Geonav. No terceiro episódio, contamos com a participação de Homero Meyer, colaborador do Grupo NZN que gentilmente cedeu um espaço para realizarmos os testes e as filmagens. Chega de papo! Vamos aos testes?

Será que funciona?

Testes

  • Teste #1: batatas fritas;
  • Teste #2: pastel e nuggets;
  • Teste #3: bacon;
  • Teste #4: carnes;
  • Teste #5: frango;
  • Teste #6: salada;
  • Teste #7: chocolate.

Afinal, como elas funcionam?

O sistema básico de funcionamento de uma Airfryer pode mudar de uma marca para outra, mas é essencialmente o mesmo para todos os produtos da categoria. De modo geral, uma resistência é aquecida e direciona o calor para o alimento que será frito – funcionamento básico de fornos elétricos também.

Porém, nas fritadeiras, uma ventoinha faz com que o ar quente seja distribuído de forma uniforme por toda a cuba onde o alimento está. Assim, diferente do que acontece nos fornos, a comida recebe o choque de calor em toda a sua extensão, garantindo um preparo mais uniforme.

O sistema básico de funcionamento de uma Airfryer pode mudar de uma marca para outra, mas é essencialmente o mesmo para todos os produtos da categoria.

Resultados

Para ajudar os leitores a entender esses nossos resultados, contamos novamente com a participação de Homero Meyer, que falou sobre os testes e suas conclusões sobre esse tipo de produto.

"Particularmente, o que mais me chamou a atenção quando comecei a colocar a Airfryer em minha rotina culinária não foi a possibilidade de reduzir o óleo dos alimentos, mas a sua velocidade e praticidade para cozinhar e aquecer os alimentos. Já utilizei a fritadeira para aquecer pães e tortas, gratinar queijo, curar tomates e legumes, fazer bruschettas e até derreter chocolate.

Sem óleo, ela trabalha como um forno de alta velocidade, em que o ar quente em movimento consegue cozinhar os alimentos de maneira mais uniforme e em um tempo muito mais curto. Com óleo, porém, ela consegue simular o efeito de fritura, criando uma casca crocante ao colidir as gotículas de gordura fervente com a superfície dos alimentos. Em ambos os casos a praticidade faz diferença. Em nossos testes, por exemplo, preparamos sete receitas diferentes em um prazo curto de tempo e sem gerar muita sujeira. É uma opção muito eficiente para quem tem pouco tempo no dia a dia.

Acho importante ressaltar que se o efeito desejado é o de 'fritura', colocar duas colheres de óleo dentro dela é muito recomendável, exceto no caso de frango, bacon ou alimentos que já possuem sua própria gordura, pois ela vai derreter e a fritadeira vai utilizá-la no processo. A batata frita comprada congelada – que é pré-frita – fica muito melhor com óleo na panela.

Então, a maior diferença que ela proporciona é manter o sabor sem a necessidade de submergir sua comida em gordura, evitando que os alimentos acabem absorvendo essa gordura em excesso. No fim das contas, ela ajuda, inclusive, a retirar a gordura já presente na maior parte daquilo que costumamos comer."

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