Não é novidade que muitas das tecnologias que temos hoje foram imaginadas, no passado, por grandes escritores da literatura de ficção científica. Júlio Verne, por exemplo, previu em seus livros a construção de submarinos, máquinas voadoras e até a viagem do homem à Lua.

Mas é claro que essas previsões não ficam restritas ao campo dos grandes gênios literários. Empresários, publicitários, repórteres, engenheiros e outros profissionais já alimentaram a imaginação humana com máquinas e ideias fantásticas. Algumas dessas tornaram-se realidade. Outras nunca passaram da pura especulação.

Para tornar o seu dia melhor, o Tecmundo preparou uma lista com algumas dessas previsões. Algumas são tão absurdas que chegam a ser engraçadas. Em contrapartida, outras nos surpreendem pela antecipação e perspicácia com que foram pensadas.

Email e comércio online

Para celebrar seu aniversário de 75 anos, a empresa Philco lançou, em 1967, um filme intitulado “1999 AD”, em que demonstrava como os eletrônicos poderiam mudar a vida dos seres humanos dentro de pouco mais de 30 anos.

A película descreve aparelhos que hoje podem ser reconhecidos como sendo protótipos antigos de televisões de plasma e fornos de micro-ondas. Mas o que realmente espanta são as previsões feitas para a área de informática.

No vídeo acima, é possível assistir a como eles imaginavam que seria o comércio eletrônico, com imagens de produtos sendo transmitidos diretamente para a tela do computador pessoal de donas de casa, que poderiam comprar e pagar pelo produto sem precisar sair do conforto de seu lar.

Mais para o final do vídeo, é apresentado um protótipo bem esquisito do que hoje conhecemos como email: uma máquina que permite ao usuário escrever, de punho próprio, cartas para pessoas do mundo todo.

Computadores em casa

Dez anos depois do lançamento de “1999 AD”, o presidente da fabricante de mainframes Digital Equipment Corp. (DEC), Ken Olson, argumentou que não existiam razões algumas para que qualquer pessoa tivesse um computador pessoal dentro de casa. Obviamente, Olson estava muito errado.

Só em 2010, os consumidores brasileiros compraram mais de 13,7 milhões de PCs, deixando o Brasil atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão. A estimativa da indústria é de que esse número cresça ainda mais em 2011, atingindo a marca de 36,3 milhões de unidades vendidas.

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