O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. (Fonte da imagem: Reprodução/JornalFolhadoEstado)

A Copa do Mundo de Futebol que vai acontecer no Brasil está cada vez mais próxima — a data de início é dia 12 de junho. Apesar disso, nem todas as questões pendentes relacionadas aos estádios que vão receber alguns dos jogos da competição foram resolvidas, tanto que muitas obras estão sendo executadas em um ritmo bem acelerado.

A novidade sobre essa situação é o fato de que o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, deu uma declaração que pode deixar muita gente um tanto quanto decepcionada. Nesta quarta-feira (30), o político afirmou que seis dos 12 estádios selecionados para a Copa do Mundo devem enfrentar algum problema com internet móvel.

Questões burocráticas...

Isso provavelmente vai acontecer porque o governo não fechou um acordo com metade dos locais oficiais para que sejam instaladas redes de WiFi — a tecnologia serviria como suporte para a internet móvel. Apesar de deixar o caso bastante claro, Bernardo especificou apenas que as cidades de São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte estão incluídas nesse grupo “problemático”, deixando o restante no mistério.

O ministro ainda finalizou dizendo que, mesmo que os detalhes sejam acertados nos dias que estão por vir, não vai ser possível realizar um trabalho de qualidade por conta do prazo apertado. Isso fortalece o que foi exposto pelo diretor-executivo da SindiTelebrasil, Eduardo Levy, que colocou em dúvida o êxito da instalação dos equipamentos nos estádios dos clubes São Paulo e Atlético Paranaense.

Com isso, pode ser que os torcedores tenham problema para utilizar a internet móvel e até mesmo para realizar ligações telefônicas nos lugares que foram citados acima.

Com a TV está tudo bem

Apesar de haver previsão de problemas com a internet e de já ter dito que a estrutura para a transmissão de sinal para televisões encarava atrasados em algumas cidades, o ministro Paulo Bernardo alegou que essas instalações já estão quase prontas — as obras são realizadas pela Telebrás e encaradas como um “compromisso do governo brasileiro”.

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