(Fonte da imagem: Reprodução/Know Your Meme)

Sabe aquela pessoa que vive negativando vídeos do YouTube, fazendo comentários maldosos em postagens e comprando briga nas redes sociais? De acordo com uma pesquisa realizada em parceria entre as canadenses University of Manitoba, University of Winnipeg e University of British Columbia, os trolls que habitam a rede compartilham características bastante negativas entre si.

A pesquisa sugere que esse tipo de usuário apresenta traços de sadismo (prazer em dor ou desconforto alheio), psicopatia e maquiavelismo (tendência à imoralidade e manipulação ou exploração de outras pessoas).

“Os trolls operam como agentes do caos na internet, explorando assuntos quentes para fazer com que as pessoas pareçam emocionais ou bobas demais de alguma forma. Se uma vítima cai na armadilha, a trollagem intensifica-se para uma diversão ampliada e sem piedade. Por isso que usuários novatos na rede são sempre advertidos: ‘Não alimentem os trolls!’”, diz o artigo.

Trollagem sem compromisso

Os entrevistados do estudo foram perguntados sobre comportamento na internet em geral, com questões sobre o tempo que passam online e se costumam comentar em sites e plataformas. Testes psicológicos para detectar características como narcicismo e sadismo foram aplicados em forma de questionários.

(Fonte da imagem: Reprodução/Bit Social Media)

As pessoas que responderam que preferem a trollagem a outras atividades online, como discussões profundas e sérias ou fazer amigos, foram as mesmas que mostraram indícios de sadismo, maquiavelismo, narcisismo e psicopatia nos testes.

De acordo com o estudo, o comportamento não surge da oportunidade de anonimato ou comentários fáceis da internet, mas por características que as próprias pessoas possuem dentro e fora da rede.

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