(Fonte da imagem: Midia Cwb)

Ainda que o Brasil seja uma potência mundialmente reconhecida como um país que adora redes sociais e canais midiáticos na internet, um relatório divulgado pela Freedom House na última quinta-feira, dia 3, o “Freedom of the Net 2013”, dá conta de que o país foi o segundo pior no seguinte ranking: liberdade na internet e em mídias digitais.

Com isso, a organização classifica o Brasil como “parcialmente livre” e não apenas “livre”. Segundo a Freedom House, caiu o grau de liberdade avaliado na navegação do país e na expressão de ideias de usuários no que diz respeito à livre utilização de mídias sociais e outras ferramentas digitais.

Os grupos foram avaliados em quesitos como obstáculos de acesso, limitação de conteúdo e violações de direitos humanos. Ao todo, 21 questões são divididas pela Freedom House em três grandes grupos para mensurar a liberdade na web. Os países classificados como “mais livres” são aqueles que têm o pior desempenho e, portanto, recebem menor pontuação. Logo, esse é um daqueles casos em que “menos é mais”.

Os principais tópicos abordados na pesquisa giram em torno de pautas como mídias sociais ou aplicativos de comunicação bloqueados, conteúdo político, social ou religioso bloqueado, manipulação contra ou a favor do governo em discussões online, blogueiros ou usuários de serviços na rede agredidos por causa de suas postagens etc.

Índice brasileiro em baixa

No Brasil, o registro ocorreu principalmente no caso das postagens inadequadas a grupos políticos ou ataques contra organizações de direitos humanos. O índice no país caiu de 27, taxa de 2012, para 32 neste ano. O relatório fala sobre a queda: “No Brasil, o declínio resulta do aumento das limitações ao conteúdo online particularmente no contexto das rigorosas leis eleitorais, casos de responsabilização de intermediários e aumento contra jornalistas online”, relata.

Jornalistas online? Coitados de nós... De todos nós, internautas, na verdade.

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