Aos poucos, melhorias na qualidade de conexão têm sido feitas no país. (Fonte da imagem: Reprodução/Mysthureba)

A NET divulgou nesta semana que os seus planos de banda larga vão chegar à velocidade de 120 Mbps. Saiba, porém, que tal companhia de comunicação ainda fica na rabeira de outras empresas no quesito quantidade de megabits por segundo. Vivo e Oi já oferecem 200 Mbps aos seus assinantes; a GVT chega à marca dos 150 Mbps.

Contudo, nem todas as regiões do Brasil podem ser atualmente agraciadas por essa tecnologia. Para que uma conexão de alta velocidade exista, é preciso que uma rede de fibra óptica esteja instalada nas cidades. E este é principal entrave: a maioria das operadoras utiliza redes híbridas – o cabo óptico chega, nesses casos, apenas até o bairro; a ligação entre usuário e rede acaba sendo feita por um cabo comum, de cobre.

Há, deve-se ressaltar, casos em que a fibra óptica conecta-se diretamente ao computador das pessoas. Dentre as vantagens dessa “ligação direta”, destacam-se a melhoria significante na qualidade (e na velocidade) do sinal e a estabilidade de conexão – Vivo, GVT e Oi já prestam esse serviço em locais onde a tecnologia óptica encontra-se devidamente instalada.

Vivo Fibra

A Vivo foi a primeira empresa a explorar a transmissão de sinal via cabos ópticos. Atualmente, o “Vivo Fibra” está disponível em 16 cidades do estado de São Paulo; a área de abrangência, de acordo com a companhia, inclui 1,8 milhão de residências. Os preços dos planos, obviamente, variam e podem ir de R$ 79 a R$ 249 – esses valores referem-se às velocidades 25 Mbps e 200 Mbps, respectivamente.

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