O Carnaval de 2026 rendeu vídeos virais gravados em Salvador e no Distrito Federal, mostrando como ambulantes e pequenos empreendedores estão transformaram um problema recorrente da era digital em fonte de renda: a bateria fraca do celular. A prática de alugar carregadores e power banks por valores entre R$ 10 e R$ 15 se espalhou pelos blocos e viralizou nas redes sociais.
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Em Salvador, uma moradora aproveitou o fato de a folia passar em frente ao prédio onde vive para montar uma pequena estrutura improvisada com tomadas e uma mesa próxima ao portão. A proposta era simples e direta: 30 minutos de carga por R$ 10. Enquanto os aparelhos recuperavam energia, a empreendedora acompanhava a festa, combinando lazer e negócio em uma solução prática para um público que depende do smartphone para registrar momentos, pedir transporte por aplicativo e realizar pagamentos digitais.
Como não pensei nisso antes?
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Em Brasília, o modelo evoluiu para algo mais móvel e escalável. Um ambulante passou a circular entre os foliões com vários power banks prontos para uso, carregando nas costas uma placa chamativa oferecendo o serviço. O pagamento via Pix, indicado em QR Code visível. Por R$ 15, o cliente podia recarregar o aparelho independentemente do percentual de bateria desejado, eliminando a necessidade de pontos fixos de energia.
A iniciativa chama atenção não apenas pela criatividade, mas pelo timing. Em eventos de grande porte, o celular é essencial, e num cenário em que a conectividade é quase obrigatória, garantir uma "carguinha" na bateria pode significar sobrevivência, segurança para voltar para casa, encontrar amigos ou finalizar um trabalho pelo celular.
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