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Brasileiro mostra deepfake assustador de Stranger Things

Perfil no Instagram ensina a realizar o processo com IA do Google, e surpreende pela qualidade gráfica muito avançada.

Avatar do(a) autor(a): Felipe Vitor Vidal Neri

schedule14/01/2026, às 19:00

Após o sucesso da última temporada de Stranger Things, um vídeo de deepfake com os atores da série viralizou nas redes sociais recentemente. Produzido pelo perfil “ederxavier3d”, o conteúdo mostra com extrema fidelidade gráfica os personagens da série da Netflix, e o responsável até explica como fazer.

Embora seja uma espécie de deepfake, esse conteúdo não coloca os atores ou personagens em situações embaraçosas, e funciona apenas como um tipo de demonstração para o tutorial. Toda a base de construção dos rostos é feita inicialmente com o Nano Banana Pro, após um vídeo que capta o rosto da pessoa ser inserido na plataforma.

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Após anexar o vídeo, basta digitar o comando para a inteligência artificial gerar o conteúdo. Eder, que se chama de especialista em IA no seu perfil do Instagram, indica que o próximo passo consiste em apenas utilizar a ferramenta Kling AI para sincronizar os vídeos, e o conteúdo já estará quase pronto.

Depois disso, basta inserir uma trilha sonora e realizar algum tipo de edição básica, em aplicativos como o CapCut ou Premiere Pro.

Nano Banana assusta com realismo extremo

Em seu Instagram, Eder Xavier compartilha múltiplas dicas sobre a utilização de inteligência artificial e efeitos especiais. Dado o sucesso de Stranger Things, o vídeo com o tema viralizou rapidamente, principalmente ao considerar o quão real são as texturas, cabelos e movimentos criados pela IA.

  • O Nano Banana Pro se tornou um dos principais geradores de imagens desde seu lançamento, e assusta pelo realismo gráfico;
  • Essa ferramenta utiliza o mecanismo do Gemini 3 Pro Image como base para a criação das imagens;
  • Para a geração de imagens, o software coleta informações em tempo real da internet, e ainda pode receber fotos para ajudar nas renderizações;
  • Nos comandos de texto, os usuários podem ajustar ângulos de câmera, focagem e até o esquema de cores.

Apesar de muito realista e surpreendente, a publicação de conteúdos que mimetizam obras protegidas por direitos autorais é proibida em muitas plataformas. O YouTube, por exemplo, já vem praticando a desmonetização de canais especializados em criar trailers falsos com IA.

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