Logo TecMundo
Internet

Dona de Airbnb recebe conta de luz de R$ 8 mil após hóspede minerar criptomoedas

Dona de Airbnb descobre conta de luz exorbitante de R$ 8 mil, e a explicação é curiosa

Avatar do(a) autor(a): Amanda Fleure

schedule04/09/2025, às 20:00

updateAtualizado em 05/09/2025, às 11:17

Ashley Ann, proprietária de um imóvel alugado via Airbnb, ficou em choque ao receber uma conta de luz de mais de R$ 8 mil (US$ 1.500) referente à estadia de um hóspede. Ela descobriu que o valor foi resultado da mineração de criptomoedas, uma atividade que o inquilino realizou intensamente durante as três semanas de acomodação.

Entenda: Corretoras são responsáveis por fraudes em transações com criptomoedas, diz STJ

smart_display

Nossos vídeos em destaque

A dona da casa soube o que aconteceu após verificar as câmeras de segurança instaladas do lado de fora de sua propriedade, onde viu o hóspede carregando dez computadores ao deixar o local. Diante da descoberta, Ashley Ann contatou a plataforma do Airbnb e conseguiu cobrar o valor da conta diretamente do hóspede, que admitiu ter usado a acomodação para minerar criptomoedas.

De acordo com Ashley, o hóspede revelou que durante o período, ele conseguiu lucrar cerca de R$ 546 mil (US$ 100 mil) com a mineração. Para ele, o valor da conta de luz de R$ 8 mil era insignificante se comparado ao dinheiro que ele ganhou. Este caso curioso trouxe à tona os custos inesperados que os anfitriões do Airbnb podem ter.

Mais hóspedes minerando?

Um computador exibindo um gráfico variável de uma moeda, com uma pessoa em frente coberta por sombras e uma xícara de café na mesa.
Hóspede de Airbnb usa a energia elétrica de um imóvel para minerar criptomoedas por três semanas, causando uma conta de mais de R$ 8 mil. (Imagem: Certiseguro)

Diante do prejuízo, a proprietária decidiu implementar duas novas regras para seus futuros hóspedes. A primeira é a proibição de estações de carregamento para veículos elétricos, e a segunda, mais específica, proíbe a mineração de criptomoedas na propriedade. Este incidente levanta questionamentos sobre a necessidade de regras mais claras por parte do Airbnb para evitar usos abusivos de recursos básicos como energia elétrica.

Este caso levanta debates sobre os desafios de oferecer aluguéis de curta duração, onde os custos básicos, como eletricidade, podem ser caros e explorados de forma inesperada pelos inquilinos, gerando um prejuízo considerável para os proprietários. A história de Ashley Ann é um exemplo extremo dos riscos que os anfitriões enfrentam, destacando a importância de regras e um monitoramento mais eficiente por parte da plataforma.

Para ficar por dentro de notícias como esta e de tudo o que acontece no mundo da tecnologia, acompanhe os conteúdos do TecMundo.

Perguntas Frequentes

Por que a conta de luz da anfitriã do Airbnb chegou a mais de R$ 8 mil?
A conta de luz elevada foi causada pela mineração de criptomoedas realizada por um hóspede durante três semanas de estadia. A atividade exige alto consumo de energia elétrica, o que gerou o valor exorbitante.
O que é mineração de criptomoedas e por que consome tanta energia?
Mineração de criptomoedas é o processo de validar transações e gerar novas moedas digitais usando computadores potentes. Essa atividade exige grande capacidade de processamento, o que resulta em alto consumo de energia elétrica.
Como a proprietária descobriu que o hóspede estava minerando criptomoedas?
A proprietária, Ashley Ann, verificou as câmeras de segurança externas e viu o hóspede saindo com dez computadores. Após confrontá-lo, ele admitiu ter usado o imóvel para minerar criptomoedas.
O hóspede foi responsabilizado pelo custo da conta de luz?
Sim. Ashley Ann entrou em contato com o Airbnb e conseguiu cobrar o valor diretamente do hóspede, que reconheceu o uso da energia para mineração e aceitou pagar a conta.
Quanto o hóspede lucrou com a mineração durante a estadia?
Segundo o próprio hóspede, ele obteve um lucro de aproximadamente R$ 546 mil (US$ 100 mil) durante as três semanas em que utilizou o imóvel para minerar criptomoedas.
Que medidas a anfitriã adotou após o incidente?
Após o ocorrido, Ashley Ann implementou duas novas regras para seus futuros hóspedes: a proibição do uso de estações de carregamento para veículos elétricos e a proibição explícita da mineração de criptomoedas na propriedade.
Esse caso levanta quais preocupações para anfitriões do Airbnb?
O caso destaca os riscos de custos inesperados, como contas de energia elevadas, e a necessidade de regras mais claras e monitoramento eficaz para evitar o uso abusivo de recursos por parte dos hóspedes.
star

Continue por aqui