Microsoft 'proibirá' abertura de mil sites no Internet Explorer

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A partir de novembro, as pessoas que ainda têm o Internet Explorer (IE) como navegador principal não conseguirão mais abrir determinados sites usando o antigo browser da Microsoft, de acordo o ZDNET. Ao tentar acessar as páginas, elas serão carregadas automaticamente no Edge.

Conforme a publicação, esse comportamento forçado do Explorer para o Edge é parte dos planos da gigante de Redmond de fazer os internautas pararem de usar o clássico navegador, lançado em 1995.

Essa ação será habilitada por meio de um arquivo DLL no Edge 87, cujo lançamento está previsto para o próximo mês. Carregado via plug-in, ele é capaz de monitorar quais sites o usuário está visitando, e se você entrar em uma das páginas da lista de “proibidas” no IE, será avisado de que poderá continuar navegando sem interrupções no browser baseado no Chromium.

Os usuários serão avisados ao tentar acessar os "sites proibidos".Os usuários serão avisados ao tentar acessar os "sites proibidos".Fonte:  ZDNET/Reprodução 

A lista de páginas que poderão apresentar tal comportamento é composta atualmente por 1.156 endereços, de acordo com o veículo. Entre eles, estão destinos bastante procurados pelos internautas, como YouTube, Instagram, Twitter, Yahoo Mail, ESPN, GoDaddy, MoneyGram e eHarmony.

Internet Explorer ainda possui muitos usuários

Mesmo se tratando de um dos navegadores mais antigos, o Internet Explorer ainda é muito popular entre internautas de vários países. Segundo o serviço de análise de tráfego da web StatCounter, o IE estava presente em 2,51% dos dispositivos em setembro.

Essa fatia é maior que a do Opera, por exemplo, instalado em 2,3% dos aparelhos, e representa quase a metade dos usuários do Edge (5,54%). A liderança é ocupada com folga pelo Google Chrome (69,66%), seguido pelo Safari (8,17%) e o Firefox (8,17%).

Ainda com relação ao comportamento forçado do IE para o Edge, ele acontecerá somente nos dispositivos que possuírem os dois programas instalados. E no caso dos clientes corporativos, ele poderá ser desabilitado ou funcionar de maneira diferente, por se tratar de uma ação mais intrusiva.

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