A Google revelou em um painel realizado na última quinta-feira (2) que revisou manualmente mais de um milhão de vídeos acusados de conter conteúdo associado a terrorismo, removendo 90 mil destes por violarem sua política contra terrorismo.

Segundo informações divulgadas, tais informações foram encaminhadas à Câmara dos Deputados dos Estados Unidos. Há algum tempo, ela havia pedido a grandes companhias como Google, Twitter, Facebook e Microsoft para realizarem um trabalho melhor na remoção de conteúdo tido como violento, tendo como um dos principais motivadores para isso a transmissão ao vivo nas redes sociais do massacre que aconteceu em uma igreja na Nova Zelândia.

Também houve a menção de que a Google mantém um time com mais de 10 mil pessoas responsáveis por revisar o conteúdo disponível em suas plataformas, além de investir centenas de milhões de dólares anualmente nessa frente.

E quanto às outras empresas?

De acordo com as informações divulgadas pelo Comitê de Segurança da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, até o momento apenas o Facebook não atendeu ao pedido. Quanto as outras empresas mencionadas acima, elas ainda não responderam de maneira clara ou dreita ao que foi solicitado anteriormente.