Detalhes sobre serviço de streaming da Apple vazam horas antes do anúncio

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A Apple anuncia hoje (25) o seu serviço de streaming, mas ainda não há muitas informações concretas a seu respeito — melhor dizendo: não havia. Reportagem do Wall Street Journal desta segunda-feira antecipa uma série de detalhes a respeito da plataforma, como forma de distribuição de conteúdo e preço.

Segundo a publicação, o streaming da Apple não funcionará aos moldes da Netflix, com uma assinatura única para ter acesso a todo o conteúdo, mas, sim, como um hub de canais de terceiros tal qual o Amazon Prive Video Channels. Assim, os assinantes poderiam assinar canais pagos como Showtime ou HBO pagando US$ 10 para cada um deles.

A possibilidade de oferta de conteúdo desta maneira já havia sido reforçada na última semana, quando o presidente da Netflix Reed Hastings deixou claro que a empresa não levaria as suas produções para o novo negócio da Apple. “Nós queremos que as pessoas assistam aos nossos programas nos nossos serviços”, declarou.

Vale destacar, ainda, que movimentações da Maçã nos bastidores indicam a presença de conteúdos originais em sua rival para Netflix, HBO Go e Prime Video.

Banca digital por assinatura

E parece que o rumor de janeiro de que a Apple estaria desenvolvendo uma espécie de “Netflix de revistas” é verdadeiro. O WSJ antecipa que por US$ 10 os assinantes terão acesso a um pacote de mais de 200 revistas e jornais, com foco especial em temas como atualidades, política e estilo de vida, destacam as fontes consultadas pelo jornal.

Mesmo com os vazamentos, fica claro que a empresa de Cupertino deve anunciar uma série de novidades nesta segunda-feira e você fica sabendo de tudo aqui no TecMundo.

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