Quando você acha que não se pode inventar mais nada na web, aparece um site brasileiro ajudando a galera a passar um migué! A plataforma se chama “Cambeque” e não apenas dá algumas ideias para os trapaceiros de plantão, mas também oferece meios de “provar” algumas mentiras. A ideia é basicamente “justificar o injustificável”, como diz o slogan do próprio site.

Por enquanto, ele parece oferecer seis serviços de maracutaia diferentes e pelo menos um deles pode gerar problemas legais mais rapidamente. Esse seria o “Emprego Fake”, no qual o site diz ser capaz de forjar um emprego fictício para o usuário, fazendo com que ele seja contratado por “uma empresa parceira” de fachada.

Esse registro profissional poderia então ser utilizado como histórico para passar a perna em uma entrevista de emprego, por exemplo, ou para deixar o currículo mais cheio. Caso alguém tente checar essas informações, haveria gente do outro lado transformando a mentira em verdade.

Naturalmente, eles cobram pela ajuda no migué! Quão nobre!

Outro serviço do site que talvez implique em problemas com a Lei é o “Treinamento e Conferências”, que oferece certificados falsos impressos. Isso seria interessante para aqueles trapaceiros que querem ficar mais tempo fora de casa ou pretendem certificar algum tipo de curso falso para alguma instituição.

Eles ajudam a pular a cerca!

O mais controverso dos serviços, entretanto, talvez sejam os álibis para relacionamentos extraconjugais. Não há uma descrição propriamente dita do que eles fazem para ajudar alguém a dar um migué no parceiro ou na parceira, mas acredita-se que deva envolver confirmações de informações que a pessoa tenha usado como desculpa para não estar em certo lugar em determinada hora.

Esse Cambeque também oferece confirmações virtuais de check-ins em aeroportos, hotéis e outros por SMS e email para tornar a mentira ainda mais real. Os outros dois serviços são a “Compra Discreta”, no qual a pessoa adquire alguma coisa pela web através de um intermediário para que os detalhes não apareçam na fatura do cartão de crédito; e o “WhatsApp Anônimo”, que contrata uma pessoa qualquer para mandar mensagens anônimas para alguém a fim de confirmar alguma coisa.

Não é preciso nem dizer que, além de completamente desonesto, vários serviços do Cambeque podem colocar o usuário em maus lençóis. Não testamos o serviço, mas verificamos o preço de alguns itens, que custam algo em torno de R$ 6, um valor que pode tornar a prática relativamente popular entre os trapaceiros.

Esperamos que, com a exposição, os golpes do Cambeque fiquem menos efetivos e que alguém encontre uma forma de responsabilizar os administradores do site pelos truques que eles ajudam a aplicar.

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