A série Super Mario Bros. é uma das mais populares do mundo, e mesmo quem nunca tenha jogado um título em 2D da franquia conhece suas regras de cor e salteado. Agora, pesquisadores de uma universidade na Alemanha fizeram com que o protagonista de Super Mario World jogasse sozinho o game, através de inteligência artificial.

A equipe usou a ferramenta Sphinx, da universidade Carnegie-Mellon, para que Mario reconhecesse as falas, e ele retém todos os conhecimentos que lhe são passados. No vídeo, por exemplo, a narradora avisa que os Goombas morrem ao pisar neles, e o bigodudo adquire esse comportamento e o externa através de uma voz eletrônica à la Stephen Hawking.

O comportamento do herói é baseado em estatísticas internas como saciedade e curiosidade. Quando está com fome, Mario passa a pegar moedas, e, quando se sente curioso, ele explora o cenário ativamente. Aparente, foi assim que aprendeu a pular obstáculos e destruir blocos.

Em outro ponto, foi ordenado a um Mario que não sabia nada sobre Goombas matar um inimigo. Ele pulou sobre um Goomba e aprendeu que, se fizer isso, a criatura em questão PODE ser derrotada, o que é cientificamente correto, pois foi baseada em apenas uma tentativa. É de se imaginar que, pela programação, o grau de certeza aumente ou diminua conforme obtém sucesso (ou insucesso) nesse quesito.

O projeto está concorrendo ao prêmio do público no AI Video Competition. Para votar, bastar dar um "joinha" ao vídeo.

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