(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

A Intel anunciou na última segunda-feira (06) que todos os processadores fabricados por ela em 2014 só usam metais originados de zonas que não estão passando por conflitos armados. A revelação foi feita por Brian Krzanich, CEO da companhia, que explicou como a venda de metais preciosos atua no financiamento de guerrilhas e governos dedicados a acabar com vidas humanas.

Krzanich deu atenção especial à República Democrática do Congo, país cuja guerra interna que já dura 15 anos é financiada pela venda de diamantes, estanho e tungstênio. O executivo afirma que empresas como a sua têm que agir de forma ativa para mudar o rumo da indústria de forma que ela deixe de depender de negociações com regimes do tipo.

Em 2012, um relatório divulgado pelo “The Enough Project”, organização antigenocídios, mostrou que fabricantes como Intel, Apple e HP estavam tomando passos decisivos para resolver esse problema. Em 2013, a HP divulgou uma lista com 195 fundições de minério recomendadas por ela como forma de tentar convencer seus fornecedores a abandonar a dependência de metais produtos em zonas de conflito.

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