(Fonte da imagem: Divulgação/Makerbot)

É claro que há muitos consumidores que gostariam de ter impressoras 3D em casa, mas os custos dos equipamentos ainda fazem com que a tecnologia de impressão tridimensional fique restrita a uma parcela bem pequena da população. Entretanto, isso pode mudar no ano que vem, pois há algumas patentes envolvidas no processo que expiram em fevereiro e, a partir de então, deixarão de adicionar custos aos equipamentos.

As patentes referidas são relacionadas à sinterização por laser — uma técnica que utiliza altas temperaturas para criar estruturas tridimensionais —, uma das formas mais baratas de se criar uma impressão 3D. Assim que elas expirarem (o que acontece em fevereiro do ano que vem), os custos devem ser reduzidos e, então, os equipamentos vão passar a custar menos do que acontece atualmente.

Outras expirações de patentes já resultaram em deixar os equipamentos mais baratos e estão relacionadas às impressoras que utilizam técnicas de modelação por deposição fundida (as impressoras FDM). Um exemplo bem conhecido é a Makerbot, que utiliza esses recursos e está muito mais barata do que os equipamentos de cinco anos atrás — apesar de ainda ser pouco acessível no Brasil.

Quando o mesmo ocorrer com as impressoras com sinterização por laser, é bem provável que surjam diversos modelos open source ligados à tecnologia, tornando mais simples e barato o acesso às tecnologias de impressão de objetos tridimensionais. Estima-se que os valores dos aparelhos cheguem perto dos US$ 300 (pouco menos de R$ 700). Será que podemos esperar reduções desse porte?

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