Reforçando sua aposta no oferecimento de uma ampla gama de serviços para a construção de soluções na nuvem, a IBM lançou seu segundo data center no Brasil – o primeiro com a tecnologia da Softlayer. Conectado aos outros centros de dados da empresa no mundo, a ideia da novidade é permitir que clientes globais possam tirar proveito de velocidades de rede mais rápidas, melhorar o desempenho e atingir os usuários finais de forma mais ágil.

A novidade chega com capacidade para 9 mil servidores e potência de 2,8 MW, contando com poder de sobra para oferecer os mais variados serviços de infraestrutura IBM Cloud, com servidores físicos e virtuais, armazenamento, segurança e redes. O data center Softlayer chega ainda com a classificação padrão Tier III do Uptime Institute, garantindo que seu funcionamento não será interrompido mesmo no caso de substituição e manutenção dos equipamentos.

Segundo Paschoal D’Auria, executivo de cloud services da IBM, os diferenciais do data center Softlayer com relação a outras opções podem ser resumidos em três pontos principais:

  • Performance: a estrutura da IBM garante que todos os serviços serão executados com qualidade e agilidade;
  • Controle: os clientes podem determinar tudo o que desejarem, indo até o nível do hardware;
  • Flexibilidade: o sistema permite pagar apenas pelo que você usar e selecionar os componentes mais adequados para suas necessidades.

De acordo com Tomaz Oliveira, a ideia da empresa ao oferecer sua infraestrutura como serviço é acelerar e habilitar os processos de inovação e desenvolvimento de forma flexível e rápida. “O que nós buscamos não é vender um produto, mas sim entender o cliente e oferecer soluções de acordo com as suas necessidades”, pontua.

Mais opções

O novo data center aumenta a flexibilidade para armazenamento e processamento de dados no país, além de se unir às outras estruturas da IBM na América Latina e no Mundo para dar mais opções de redundância e recuperação de dados aos clientes. Somando-se a isso, a nova localização faz com que as conexões com os serviços IBM Cloud no continente sul-americano se reduzam a apenas décimos de milissegundos.

Usando a estrutura junto ao Bluemix, a oferta de “plataforma como serviço” da IBM, os desenvolvedores podem criar e testar novas aplicações em ambientes de produção completos de qualquer lugar do mundo. Também é possível contar com recursos internos como Watson, para serviços de computação cognitiva, e hospedar soluções baseados em OpenStack.

“O resultado é mais escolha para os clientes quanto de trata de padrões abertos e implementações de nuvem híbrida”, explica a empresa. Segundo Oliveira, o momento de crise no Brasil reforça a necessidade de adaptação e ruptura com modelos de negócio tradicionais por parte das companhias. “Nosso novo data center em São Paulo reforça ainda mais nosso compromisso com o sucesso dos nossos clientes e com a região”, conclui.

Entre os planos da IBM ainda para este ano está o lançamento do suporte web completo e em português para os clientes Softlayer, facilitando a transição das operações das empresas para a nuvem. Por fim, a companhia está oferecendo uma franquia de US$ 500 para quem quiser testar sua plataforma até o final de 2015. Para saber mais sobre os servidores e serviços da novidade, basta acessar o site disponível neste link.

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