Embora muita gente acredite que a Samsung é o grande destaque quando se fala de dispositivos explosivos, parece que os verdadeiros vilões da história são baterias de íon-lítio aliadas a celulares compactos e com a carcaça selada. Um pequeno defeito de projeto, calor demais ou o cabo errado de recarga acaba transformando a peça em uma verdadeira bomba-relógio. Prova disso é que a marca mais recente a fazer parte dessa categoria explosiva não é sul-coreana, mas sim taiwanesa: a HTC.

O acidente aconteceu há algum tempo, mas só veio à tona no Ocidente agora. Segundo a usuária Nidhi Kapoor, seu HTC Desire 10 Pro – adquirido em janeiro deste ano – explodiu no último dia 21 de junho e causou uma série de ferimentos nela, incluindo uma infecção ocular e, claro, queimaduras nos dedos da mão. De acordo com a consumidora, a empresa não estaria colaborando como deveria para resolver o caso e dar o suporte necessário para amenizar sua situação.

Foto postada pela vítima da explosão

Quero que esse problema seja resolvido

“Tudo que eles me pedem é meu email e número de IMEI, algo que já passei para eles inúmeras vezes. O celular nem estava recarregando ou em alguma ligação quando explodiu. Não consigo trabalhar ou fazer atividades rotineiras direito [por causa disso]”, explica Kapoor em seu comunicado. “Eu exijo explicações. Poderia ter sido muito pior se o telefone tivesse explodido em qualquer tipo de transporte e eu pudesse ser taxada como terrorista. Quero que esse problema seja resolvido e exijo que eles levem toda essa situação com muita seriedade”.

Como notado pelo site WCCFTech, é importante ressaltar que, diferentemente dos episódios envolvendo o Galaxy Note 7 e o recente caso com o Galaxy J7 (2016), a internauta não publicou fotos do smartphone danificado, apenas de sua mão enfaixada com gaze e esparadrapos. Segundo o site, a HTC já teria entrado em contato de forma privada com a consumidora após suas reclamações para conseguir mais detalhes a respeito do acidente. 

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