Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Nature)

A ficção científica abusa dos hologramas e nós, os mortais, ainda esperamos pelo dia em que vai ser realmente possível e viável conversar com uma pessoa que esteja muito distante como se ela estivesse na sua frente. Mas se você acha que o tema é recente, está enganado. Em 1909 já existiam projetos que lembram muito o conceito de holografia.

É o que mostra a Scientific American publicada em julho de 1909. Em um artigo escrito por J. Hammond Smith, o sistema de “câmeras-projetores” foi exibido. A ideia dele era utilizar câmeras em seis angulações diferentes, fazendo com que a pessoa ou o objeto (uma estátua, na ilustração preparada para o artigo) fosse capturada em 360 graus.

Simultaneamente, as imagens seriam transmitidas para projetores que estivessem em uma sala similar (composta pelos mesmos equipamentos) e os seis projetores fariam com que fosse montado um modelo tridimensional holográfico. O único problema deste sistema é que não seria possível realizar comunicações em duas vias. Ou seja, somente uma pessoa poderia ser “projetada” por vez.

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