Embora os hologramas sejam algo fantástico e que se tornaram uma verdadeira obsessão para muita gente – muito por culpa de repetidas sessões de “Star Wars” –, a tecnologia ainda está longe de ser comercialmente viável, pelo menos em larga escala. Em alguns casos, é preciso recorrer a headsets para que a holografia seja mesclada convincentemente ao mundo real, criando o que chamamos de realidade aumentada. Em outros, fumaça e projeções 2D são usados para enganar seu cérebro e criar figuras fantasmagóricas em pleno ar.

Enquanto o primeiro cenário vem se desenvolvendo em um ritmo constante na indústria, o segundo se mostra eficiente e simples na medida certa para ser usado em projetos realmente fantásticos. Esse parece ser o caso do artista Joanie Lemercier, que adicionou alguns sensores de movimento ao pacote básico desse tipo de empreitada e criou peças holográficas que vão mudando conforme você se move entre elas – criando uma imersão 3D e muito mais realista.

Sem óculos AR ou fios atrapalhando o percurso

O francês confessa que se inspirou na saga espacial de George Lucas e nas interfaces surreais de “Minority Report” para dar vida ao “no-logram”, sua própria visão dos hologramas como arte e entretenimento. Para ele, no entanto, a melhor parte da instalação é permitir que os visitantes curtam o conteúdo sob sua própria perspectiva e sem depender de equipamentos específicos, óculos AR ou fios atrapalhando o percurso.

Atualmente, Lemercier usa formas geométricas e movimentações dinâmicas para entreter o público, utilizando tecnologias de monitoramento que ele chama de “tradicionais” – como análise de imagens e sensores de profundidade – para fazer tudo funcionar adequadamente. No futuro, porém, ele espera levar tudo a um novo patamar ao usar gás comprimido ou névoas com partículas finas de água para exibir projeções que simulem impressões volumétricas e criem ambientes completamente imersivos.

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