Cientistas da Universidade de Cambridge estão desenvolvendo uma tinta com base no grafeno, uma das substâncias mais promissoras da ciência nos últimos anos. Ótima condutora de eletricidade, a tinta pode ser usada como material de impressão para revestir equipamentos como roupas, que podem funcionar como monitores cardíacos, ou objetos que precisam ser rastreados, como malas em aeroportos, por exemplo.

Não faltam benefícios para esse tipo de experimento: de acordo com a equipe, o grafeno é mais barato que outros materiais comuns que conduzem eletricidade, como a prata, além de ser bastante flexível e possuir transparência óptica. Ele ainda não precisa ser processado após a impressão do objeto e é estável no ambiente.

Para mostrar na prática a descoberta, os cientistas construíram um piano transparente especial, cujas teclas foram feitas com a tinta de grafeno, impressas em uma película plástica. Elas funcionam como eletrodos, detectando e redirecionando a carga do circuito para os alto-falantes, criando o som da nota musical.

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