(Fonte da imagem: Reprodução/Comic Art Community)

O fechamento de 22 embaixadas dos Estados Unidos semana passada parece não ter sido causado por uma ameaça terrorista qualquer. Segundo fontes do The Daily Beast, o governo norte-americano interceptou uma chamada em conferência entre mais de 20 agentes da al-Qaeda, incluindo seu atual líder, Ayman al-Zawahiri.

Um oficial de inteligência dos EUA afirmou que a conversa “foi como uma reunião da Legião do Mal”, se referindo ao grupo de vilões que antagonizou os heróis da DC em desenhos animados em gibis. A ligação parece ter levantado alguns pontos preocupantes para as lideranças estadunidenses.

Afirma-se que a conferência se concentrou mais em questões administrativas, como a promoção de Nasser al-Wuhayshi, líder de um grupo afiliado à al-Qaeda baseado no Iémen, que passou a ter controle sobre muitos outros aliados. Além disso, a reunião parece ter discutido planos para um ataque, mas usou termos vagos.

Enquanto isso, na sala oval

Segundo a fonte do Beast, o grupo parecia acreditar que a chamada era segura. No entanto, transmissões interceptadas anteriormente parecem ter dado informações o suficiente para que as agências de inteligência dos Estados Unidos conseguissem arranjar uma forma de ouvir a conversa.

A notícia levou políticos de Washington a ponderar o significado das novas informações sobre a al-Qaeda. Para o senador John McCain, isso pode abrir uma brecha considerável na teoria de que o grupo terrorista está em fuga.

Mesmo com os novos dados, o secretário de imprensa da Casa Branca, Jay Carner, reforçou que a administração Obama acredita que a al-Qaeda está se desmanchando e que não há dúvida de que seu centro, espalhado nas regiões paquistanesas e afegã, está se desintegrando.

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