Com cerca de 30 países em sua base de dados, o Google Street View está viajando para o passado. Depois das ruínas de Pompeia (Roma) e do monumento de Stonehenge (Grã-Bretanha), agora é hora de fazer uma parada nas históricas construções da Roma antiga.

Nove câmeras e três lasers estão sendo utilizados para a captura de imagens nos sítios arqueológicos. Depois da experiência negativa com os processos judiciais movidos contra a Google por causa do Google Street View, a empresa garante que as visitas aos sítios só são feitas quando não há outras pessoas por perto.

Da Itália para a internet

Segundo Alessio Cimmino, da Google Itália, o objetivo ao fotografar ruínas e sítios arqueológicos é o mesmo de quando a ferramenta foi criada: oferecer informação ao público. Permitir que todos possam visitar qualquer lugar do mundo, mesmo que virtualmente, foi umas das experiências que mais agradou o público e levou milhares de usuários para o Google Street View.

O projeto da Google é mundial, ou seja, a empresa pretende fotografar ruínas e cidades antigas ao redor de todo o mundo. Porém, a entrada das câmeras do Google Street View está proibida em muitos países. Os líderes de algumas nações alegam que tal proibição é apenas uma questão de privacidade.


As informações são de que as imagens estarão disponíveis para os usuários até o final deste ano.

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