O já famoso carro autônomo da Google. (Fonte da imagem: Reprodução/Motortrend)

Como você deve ter visto aqui no Tecmundo, cientistas já conseguiram fazer com que um supercomputador realizasse 1% do trabalho feito por um cérebro humano. No entanto, esta não é a única maneira pela qual a tecnologia pode se beneficiar deste órgão tão importante, complexo e que tem um funcionamento magnífico.

Inspirando-se nas redes neurais — que, em uma explicação breve, é a comunicação entre os neurônios através das sinapses —, a Google é capaz de melhorar seus serviços e produtos, utilizando uma técnica conhecida simplesmente como “aprendizado profundo”, que faz uso de algoritmos para que máquinas entendam conceitos.

E já tem coisa boa acontecendo...

Esse processo de aprendizagem foi utilizado com sucesso para que o motor de buscas do Google examinasse diversas fotografias de gatos e aprendesse a reconhecer o animal — isso também pode acontecer com ideias mais abstratas, como saúde ou amor, por exemplo. Além disso, a técnica está sendo usada para que o carro autônomo da Gigante de Mountain View aprenda a seguir caminhos específicos.

Apesar desses avanços, o dia em que as máquinas vão poder ser comparadas com o cérebro humano ainda está longe. Mas isso não quer dizer que a Google não esteja tentando, já que ela é a proprietária de um computador quântico de última geração e pode começar a desenvolver melhor a inteligência artificial a partir dele.

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