Já abriu aquele link compartilhado centenas de vezes, achando que uma celebridade realmente havia morrido? Ou caiu na história reproduzida em redes sociais sobre uma suposta invasão alienígena? Pois é, a distribuição de notícias falsas infelizmente tem aumentado bastante na web nos últimos anos e até mesmo vem causando problemas para muita gente. A Google anunciou mudanças que podem ajudar a diminuir a incidência dessas pragas virtuais.

Cerca de 0,25% de centenas de bilhões de páginas têm conteúdo ofensivo ou enganoso

A primeira frente vem para ajudar os algoritmos a identificar fontes confiáveis nas páginas de procura, pois cerca de 0,25% das centenas de bilhões de links têm retornado conteúdo ofensivo ou claramente enganoso.

As novas diretrizes, atualizadas em março, recebem o apoio de avaliadores humanos, que revisam a qualidade dos resultados — elas não determinam exatamente o ranking, mas ajudam a Gigante das Buscas a reunir dados e identificar áreas em que pode melhorar. A partir da combinação de centenas de indicadores, é possível rebaixar conteúdo de má qualidade — a exemplo de endereços que questionavam se o Holocausto existiu.

Feedback direto

A Google usa dois recursos de autopreenchimento que visam agilizar a experiência, seja prevendo o que você está escrevendo para trazer rapidamente o que precisa a partir do histórico pessoal ou trazendo os chamados snippets em destaque, uma reunião de informações relevantes no topo dos resultados.

Agora, é possível assinalar se o conteúdo sugerido traz mensagens de ódio, sexo explícito ou atividades violentas e prejudiciais , entre outras características nocivas, diretamente pela interface de busca. Basta clicar na seção abaixo da caixa de entrada e assinalar qual é o problema.

Mais transparência

Muita gente questionava como exatamente a Gigante das Buscas montava as sugestões no Preenchimento Automático. A empresa atualizou sua política a respeito disso e publicou na Central de Ajuda, com as descrições de como o sistema de ranking faz as classificações em centenas de bilhões de páginas e da visão geral dos testes realizados por usuários.

Segundo a companhia de Mountain View, aproximadamente 15% dos resultados diários são inéditos e essas alterações vêm para ajudar a filtrar todos esse fluxo. Obviamente, as coisas devem continuar mudando ao longo do tempo, pois a todo momento surgem novas pessoas e grupos tentando burlar o sistema para ganhar visibilidade nas listagens de procura.

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