(Fonte da imagem: Divulgação/Google)

O relatório mais recente lançado pela empresa de consultoria Forrester conclui que o Google Glass pode ser uma revolução tão grande para a tecnologia quanto o iPhone foi para os smartphones – mas isso não deve acontecer tão cedo.

De acordo com a pesquisa, que entrevistou 4,6 mil pessoas, apenas 12% da população adulta dos Estados Unidos estaria disposta a adquirir um Google Glass. O principal público-alvo do aparelho seriam pessoas já fãs de tecnologia, majoritariamente homens, de classe alta e abaixo dos 50 anos, todas com o desejo de permanecerem conectadas com a internet todo o tempo.

O segundo grupo seria formado por pessoas de negócios. Outros profissionais também seriam beneficiados com o Glass, como cirurgiões, engenheiros, fazendeiros e quem depende da criatividade para criar algo no serviço.

O que precisa melhorar?

A tal demora na popularização do acessório ocorreria por conta de limitações ainda existentes nos protótipos do acessório. Segundo o relatório, ainda há demora ao acessar informações no Glass (é preciso usar o smartphone sempre), baixa qualidade de áudio, bateria curta demais e poucos recursos de realidade aumentada – e só depois de pular esses obstáculos é que o aparelho deve brilhar.

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