(Fonte da imagem: Reprodução/Physorg)

Cientistas vêm trabalhando com materiais “autocuráveis” faz algum tempo, mas pela primeira vez o avanço parece ser altamente significativo. Uma equipe de pesquisadores de Stanford conseguiu gerenciar um material que, não só consegue se curar sozinho em temperatura ambiente, mas que também responde ao toque.

O material sintético é capaz de se reparar sozinho em cerca de 30 minutos após o dano e foi criado com a combinação de partículas de níquel com um tipo de polímero, dando uma excelente condutividade e uma estrutura maleável.

Além de tudo, o material tem altíssima longevidade: testes demonstram que, mesmo cortando a substancia 50 vezes no mesmo local, a amostra mantinha a sua força e estrutura original. A natureza condutiva do material faz com que ele seja uma opção perfeita para próteses mais avançadas, permitindo que seus usuários detectem o toque ou a pressão, como, por exemplo, sentindo um aperto de mãos.

Atualmente, a equipe está trabalhando para fazer com que a substância se torne transparente e ainda mais maleável para que sua aplicação possa ser feita também em aparelhos eletrônicos e, até mesmo, apareça em displays e de smartphones futuramente.