Screenshot do último feixe de prótons disparados pelo LHC (Fonte da imagem: Reprodução/CERN)

Na segunda-feira passada (17), o CERN concluiu a primeira fase de testes com prótons no LHC e, nesses primeiros três anos de funcionamento, o colisor terminou suas operações com uma nova marca: diminuiu pela metade o espaço entre prótons nos feixes disparados, para aumentar a intensidade dos raios.

De acordo com o diretor do CERN, Steve Myers, essa modificação será muito útil em 2015, quando o LHC voltará a realizar esse tipo de teste: “Feixes de alta intensidade são vitais para o sucesso do programa do LHC, pois feixes mais intensos resultam em mais colisões e melhores chances de observar fenômenos raros”.

Durante essa primeira etapa de funcionamento, o LHC realizou 6 quadrilhões de colisões entre dois feixes de prótons, o que resultou em cerca de 5 milhões de colisões de interesse científico. Isso significa que, nos últimos três anos, o LHC realizou 228 trilhões de colisões por hora, ou 63 milhões por segundo.

No momento, o LHC será desligado para a realização de rotinas de manutenção, voltando a funcionar no início de 2013. Em setembro, o LHC será utilizado para colidir feixes de duas partículas diferentes: prótons com íons, evento que deve acontecer em setembro e se estender até o fim de 2014. Em 2015, o colisor voltará a trabalhar com feixes de prótons.

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