Apesar de ainda ser bastante popular, o Flash é amplamente considerado como uma tecnologia ultrapassada. Além de ser comum que o software apresente falhas de desempenho (ou deixe de funcionar completamente), também são frequentes as notícias relacionadas a brechas de segurança encontradas nele.

Ciente disso, a Mozilla decidiu tomar ações para bloquear conteúdos do tipo a partir do lançamento do Firefox 48, programado para agosto deste ano. Inicialmente, a companhia vai parar de exibir quaisquer conteúdos baseados na tecnologia que não sejam considerados essenciais aos usuários.

Já em 2017, o navegador vai começar a aplicar um sistema em que seus usuários vão ter que aprovar ativamente o acesso a qualquer conteúdo em Flash. Ela também pretende impedir a execução de processos baseados no software que não são visíveis ao usuário, algo que ainda não tem data marcada para começar a acontecer.

O fim do Flash no YouTube e no Facebook diminuiu os problemas de desempenho do Firefox

Um gráfico divulgado pela empresa ajuda a justificar a decisão, mostrando que o fim do suporte do YouTube e do Facebook a vídeos em Flash ajudou a diminuir a quantidade de vezes que o Firefox deixa de funcionar. A Microsoft também anunciou recentemente que vai seguir um caminho semelhante com o Edge, o que pode acontecer já no lançamento da grande atualização de aniversário esperada para o Windows 10.

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