(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

O Facebook constantemente exibe novos recursos e ferramentas que visam aprimorar as experiências das pessoas como um todo e facilitar as propagações e o encontro de informações no site (como o Graph Search).

Mark Zuckerberg, o CEO do Facebook, disse recentemente que um grupo focado no desenvolvimento de inteligências artificiais (IA) foi criado e que as melhores mentes desse campo de estudo estão sendo contratadas, para futuramente gerenciar o futuro da maior rede social do mundo. O objetivo disso, disse Zuckerberg aos seus investidores, é criar pesquisas com base em inteligências artificiais que utilizem todo o conhecimento e os assuntos que as pessoas compartilham no Facebook.

Segundo Zuckerberg, com essas alterações os produtos da rede social poderiam interagir de um modo mais natural com as pessoas e também poderiam solucionar os problemas fora do alcance das tecnologias atuais da rede social. Em outras palavras, isso quer dizer que o futuro do Facebook poderá ser alimentado por diferentes sistemas de inteligências artificiais mais precisos, já que eles poderão delimitar de um modo mais específico quais são os tópicos mais interessantes para os usuários.

Uma versão mais aprimorada do que já existe

Isso não é algo exatamente novo na rede social, pois já existem mecanismos que leem os conteúdos, as imagens e os textos postados automaticamente no Facebook, de modo que filtram o que irá aparecer ou não no seu feed de notícias. As alterações previstas por Yann LeCun, um especialista do ramo contratado pelo Facebook, preveem agilizar esse processo, automatizando-o ainda mais. Ao mesmo tempo, LeCun poderá realizar outros tipos de pesquisas nos conteúdos existentes do Facebook para testar mais técnicas de otimização.

Isso pode parecer um tanto semelhante ao Google Brain Project, que também faz uso de inteligências artificiais no Google para gerar resultados mais específicos e direcionados em suas pesquisas. Segundo LeCun, o objetivo do Facebook é facilitar a comunicação entre as pessoas, o que exige um bom modelo do que elas querem ao acessar o site.

"Eu acredito que são necessários sistemas inteligentes para fazer um bom trabalho de comunicação", disse LeCun. As alterações futuras podem significar melhores recomendações de amigos, sugestões mais precisas de conteúdo, entre outras funções que ainda não foram especificadas. O projeto de inteligência artificial de Yann LeCun no Facebook começará em janeiro.

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