(Fonte da imagem: Divulgação/Facebook)

Após uma moderada controvérsia na imprensa e por meio da própria rede social, a votação sobre o fim do sistema de aprovação de modificações nas políticas do Facebook pelos usuários não atingiu o mínimo de participação exigida. Isso quer dizer que, a partir de agora, o sistema está livre para mudar suas normas como desejar, desde que informe seus utilizadores após isso ser realizado.

A enquete, que estava acontecendo desde o final de novembro, acumulou apenas 670 mil votos, passando bem longe da marca de 30% dos usuários necessária para constituir um veto. O Facebook informou que vai levar em conta os 88% de rejeição às novas medidas, mas, de acordo com suas próprias medidas, está livre para agir como preferir.

Primeiro efeito

A partir de agora, os comentários contra as novas políticas deverão ser enviados diretamente ao executivo responsável por isso – a diretora-geral de privacidade, Erin Egan – por meio de uma área dedicada que ainda deve ser aberta. A primeira mudança prática será o compartilhamento de dados de usuários entre o Facebook e o Instagram, o que pode resultar em mais publicidade direcionada.

O fim do sistema de votação está gerando reações negativas na imprensa e nas comunidades de usuários que se importam com a privacidade na internet. Mas os números mostram que, na verdade, muito pouca gente se importa com isso.

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