Mark Zuckerberg tem por hábito estabelecer um desafio pessoal que deve completar todos os anos, o que já o levou a correr mais de 587 km, construir uma inteligência artificial para sua casa e aprender mandarim. Em janeiro de 2017, ele prometeu visitar e conhecer moradores de cada um dos estados dos EUA até o fim do ano. Agora, o executivo surpreendeu uma família de Ohio, que não sabia que o “convidado surpresa” que receberiam para o jantar seria o fundador e CEO do Facebook.

A família Moore não sabia que o 'convidado surpresa' que receberiam para jantar seria o CEO do Facebook

Daniel Moore afirmou que sua família havia concordado em receber uma pessoa desconhecida para o jantar e só ficaram sabendo quem seria 20 minutos antes. Ao que parece, Zuckerberg estava procurando eleitores de Donald Trump quando encontrou os Moore. Falando com um jornal local, Daniel havia dito que votou no ex-presidente Barack Obama em 2008 e 2012, mas acabou fazendo campanha pró-Trump.

O papo da família durante o jantar envolveu não apenas política, mas também o trabalho do casal de anfitriões com orfanatos em Uganda e planos futuros de Zuckerberg para a comunidade. Posteriormente, tanto o executivo quanto a família fizeram postagens de agradecimento no Facebook. “Acabei de ir para Ohio. Obrigado a Dan e Lusa Moore por me receberem em sua casa para um adorável jantar”, escreveu o CEO.

“Se [todos] nós pudéssemos botar de lado nossas diferenças e nos unir, nos dedicar ao propósito comum de tornar o mundo mais aberto e conectado, alcançar esse objetivo de forma ética, incluir indivíduos talentosos de origens distintas, habilitar todos que desejarem se envolver e implementar um processo eficiente para garantir que nossa meta será concluída, nossa nação e nosso mundo não seriam tão polarizados”, escreveu Moore.

Jogada política?

O desafio a que Zuckerberg se submeteu reforçou uma série de rumores a respeito de supostos planos que o executivo teria para lançar sua própria candidatura à presidência dos Estados Unidos em 2020. A ideia já estaria sendo cogitada desde o ano passado e seria um dos motivos para o CEO do Facebook ter declarado publicamente que não se considera mais um ateu – uma posição ideológica que poderia fazer a população rejeitá-lo como político.

Há rumores de que tudo não passa de um plano de Zuckerberg para se candidatar à presidência dos EUA

Por enquanto, no entanto, Zuckerberg não fez qualquer anúncio público que confirmasse seus planos de concorrer para qualquer cargo político dentro ou fora dos EUA. Podemos apenas esperar para ver qual será o caminho escolhido por ele ao longo dos próximos anos.

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