Durante a F8, conferência para desenvolvedores promovida pelo Facebook nesta semana, a empresa tratou sobre diversos assuntos e, um deles, chamou bastante atenção. A empresa está utilizando conceitos de deep learning em novas tecnologias que permitirão às máquinas interpretar e tomar decisões no futuro sobre que tipo de conteúdo será mostrado para o usuário.

Para gerar um feed personalizado para cada usuário, a rede social precisa antes de tudo classificar o conteúdo em postagens, imagens e notícias. O novo protótipo de inteligência artificial desenvolvido pelo Facebook pode identificar o tipo de conteúdo dentro de um vídeo e entender o contexto das palavras.

Enquanto a inteligência artificial para vídeos consegue identificar até tipos 487 atividades esportivas, por exemplo, a versão para textos “lê” as sentenças proferidas e contextualiza as informações. O resultado de tudo isso é a possibilidade de oferecer anúncios muito mais precisos e passíveis de terem interatividade.

Os investimentos em deep learning não são uma exclusividade do Facebook. Grandes empresas como Twitter, Google, NVIDIA e Baidu têm apostado pesado nesse segmento, que promete ser um dos próximos pontos de virada da indústria tecnológica.

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