(Fonte da imagem: Reprodução/NBC News)

Apesar dos avisos presentes em cinemas, teatros e outros ambientes públicos, sempre há alguém que deixa o celular ligado e incomoda outras pessoas com os sons do aparelho. Na última terça-feira (10 de janeiro), um episódio do tipo foi o suficiente para que Alan Gilbert, maestro da Filarmônica de Nova York, interrompesse um concerto próximo a seu final.

Os trabalhos só foram reiniciados após Gilbert ter identificado o dono do iPhone que tocava, convencendo seu dono, identificado como um homem de idade, a desligá-lo. A situação provocou reações raivosas do resto da plateia, que gritou ofensas e ameaças ao culpado pelo acontecimento.

“A sinfonia (a Nona Sinfonia de Mahler) acaba de forma incrivelmente silenciosa, então não havia forma de continuarmos”, declarou o maestro à NBC News. “Então eu parei a música e pedi às pessoas do local próximo à origem do som para que o celular fosse desligado. E eu tive que repetir o pedido várias vezes”, complementa.

Esta foi a primeira vez que Gilbert foi forçado a paralisar uma apresentação devido à falta de cortesia de um membro da plateia, embora situação semelhante já tenha sido registrada anteriormente pela orquestra. Embora a atitude tenha sido aplaudida pelos membros da audiência, teve seu lado negativo: todos que foram ao concerto não vão se lembrar da perícia dos músicos, mas sim do toque de telefone que os interrompeu.

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