(Fonte da imagem: Reuters)

Apesar de não faltarem opções tecnológicas para auxiliar o Japão no conserto e na estabilização dos reatores nucleares que ameaçam todo o país, a companhia que administra a usina de Fukushima decidiu manter alguns empregados e ignorar o perímetro de segurança de 20 quilômetros imposto pelo governo japonês.

A Tokyo Electric Power (TEPCO) delegou a tarefa de conter novas explosões em reatores a um grupo de 50 funcionários, que já trabalhavam no local. Os motivos seriam cortes no orçamento e a falta de uma tecnologia desenvolvida para realizar consertos específicos nessa usina, que já existe desde a década de 70.

A usina localizada em Fukushima foi a que mais sofreu danos causados pelos terremotos e pelo tsunami que atingiram o Japão. Problemas em seu sistema de resfriamento causaram explosões de reatores e vazamentos de material radioativo na atmosfera.

Testes realizados nas proximidades da cidade informaram que o nível mínimo de exposição que uma pessoa pode suportar sem sofrer danos à saúde já foi atingido, mas os funcionários não devem deixar o local até a estabilização dos reatores.

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