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O Facebook anunciou que Mark Zuckerberg é o mais novo membro do chamado “one-dollar club”, um grupo de grandes executivos que recebem um salário simbólico da empresa que comandam. O fundador do Facebook passa, a partir de 2012, a contar com pagamentos de apenas US$ 1 por ano.

A prática também existe no Google, com Sergey Brin, na HP, com Meg Whitman, e na Apple, com o falecido Steve Jobs. A ideia é mostrar que os CEOs realmente acreditam na empresa e nos produtos que oferecem, tendo seu rendimento proveniente apenas das ações das companhias que comandam.

A prática teve origem nos anos 30, quando os Estados Unidos ainda sofriam os efeitos da Grande Depressão. De forma a melhor organizar as relações de trabalho, executivos de diversos cantos do país eram trazidos a pedido do governo e recebiam um salário simbólico por estarem prestando um serviço à nação.

Hoje, a tática é usada para agradar acionistas e mostrar ao público que os principais nomes por trás das empresas realmente apostam tudo em seus produtos. É, basicamente, uma estratégia corporativa para mostrar que tal executivo não está trabalhando apenas pelo dinheiro.

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