(Fonte da imagem: Reprodução/Creative Pro)

Atualmente, pode parecer estranho imaginar uma época em que o computador não existia – e tarefas que hoje estão ao alcance de um clique eram feitas com a mão na massa, muita paciência e uma série de equipamentos que quase nem são usados mais.

A edição de fotos é uma dessas tarefas: como melhorar cor, inserir ou apagar detalhes e fazer recortes sem maravilhas como o Photoshop? O site Creative Pro encontrou um livro de 1946 que ensina técnicas de edição de imagens – tudo no papel, claro.

Ferramentas nada digitais

Os pincéis de diferentes formatos do Photoshop são reproduções dos que existem na vida real, claro. Aqui, entretanto, é necessário ter um pincel diferente para cada modificação: um com ponta mais fina para retoques mínimos e outro usado para receber tinta, entre outros.

(Fonte da imagem: Reprodução/Creative Pro)

Materiais essenciais ainda incluíam réguas, tintas de vários tons diferentes, algodão, cola, gelatina e rolos de borracha.

Todo cuidado é pouco

Imagine-se arrumando o contraste de uma imagem quando, sem querer, você clica na opção errada e estraga o brilho da foto. Um simples atalho no teclado faz com que a imagem volte ao estado anterior, algo inexistente em 1946: se você errasse, era bem provável que o trabalho inteiro estivesse arruinado.

(Fonte da imagem: Reprodução/Creative Pro)

Por isso, vários cuidados eram essenciais, começando por uma mão firme. Em vez de zoom digital, uma lupa era recomendada para ampliar pontos da foto que exigiam retoques mais precisos. Além disso, assim como você escolhe um bom monitor hoje em dia, mesas de desenho para visualização das fotos eram importantes na época, com altura e ângulo ajustáveis.

Confira mais do livro na galeria abaixo:

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