Depois de jogar um pouco do recente Call of Duty: Advanced Warfare e descobrir que algumas tecnologias apresentadas no game estão muito próximas de virar realidade, é possível pensar em inúmeros aparatos malucos e improváveis que podem surgir nos próximos anos para tornar as atividades militares muito mais eficientes.

Recentemente, o exército americano publicou em sua página oficial um programa conhecido como CP-ISR (Cargo Pocket Intelligence, Surveillance and Reconnaissance), que visa o desenvolvimento de tecnologias para auxiliar os soldados em missões de vigilância e reconhecimento. A grande novidade apresentada é uma versão melhorada do minúsculo helicóptero lançado pelos noruegueses: o PD-100 Black Hornet, que já foi utilizado em operações britânicas no Afeganistão.

Foto mostra soldado britânico segurando PD-100 Black Hornet

Principais características

Pesando apenas 16 gramas, o drone minúsculo pode suportar aproximadamente 20 minutos de voo e pode se movimentar livremente na horizontal e vertical. Além disso, o rotor do equipamento voador mede apenas 120 milímetros de diâmetro, permitindo que ele passe por locais estreitos com facilidade. A velocidade máxima do Black Hornet é de 35 km/h.

Outra característica extremamente importante que torna este mini-helicóptero ideal para missões de espionagem é que ele possui uma câmera acoplada, permitindo que o "piloto" visualize tudo em tempo real através da tela de 7 polegadas, localizada no próprio controle.

Por mais que a equipe de pesquisadores do exército americano esteja trabalhando intensamente para que este recurso seja implementado efetivamente para usos militares, ainda há muito chão pela frente. Os principais desafios no desenvolvimento do equipamento consistem em adaptar a conectividade do Black Hornet para os padrões dos Estados Unidos, implementar um sistema de vigilância noturna e melhorar a orientação e o controle.

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