Como forma de proteger atletas e visitantes que estarão nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, a DJI lançou uma atualização de software que impede que seus drones voem sobre os locais que vão sediar competições. A intenção é evitar que os dispositivos sejam usados de maneira indevida e provoquem acidentes ou constrangimentos indevidos.

“Somos a única empresa de drones do mundo preocupada em disponibilizar gratuitamente a seus clientes o ‘DJI No-Fly Zones’, um sistema que os protege de usarem por descuido seus aparelhos em áreas de segurança”, afirma o Diretor para América Latina da fabricante, Manuel Martínez. “E isso contribui para evitar que [consumidores] enfrentem problemas com as autoridades ou tenham acidentes”, complementa.

um sistema que os protege de usarem por descuido seus aparelhos em áreas de segurança

A companhia desenvolveu a solução usando como base dados fornecidos pelas forças militares brasileiras, que têm a missão de proteger o espaço aéreo do país durante a competição. Segundo a DJI, a novidade “minimiza substancialmente a possibilidade de eventuais incidentes com drones durante os jogos, o que garantirá ainda mais segurança para o público em geral”.

As restrições impostas pela fabricante estão programadas para terminar assim que o evento esportivo chegar a seu fim. Anteriormente, a empresa já havia trabalhado em restrições do tipo para impedir que drones voassem sobre convenções políticas nos Estados Unidos, no encontro do G7 no Japão e durante o torneio Euro 2016 na França.

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