A chinesa Xiaomi deu uma boa notícia para os consumidores que pretendem adquirir ou já compram smartphones da marca. Segundo um executivo da empresa, internamente há um limite máximo de US$ 699 para o preço de celulares — e não há tecnologias que façam a fabricante mudar de ideia.

A declaração veio do diretor de marketing da Xiaomi na Índia, Manu Kumar Jain. Ele conversou com a imprensa após o lançamento do Poco F1, aparelho de estreia de uma submarca recém apresentada e que custa US$ 299 em sua versão mais básica.

Segundo Jain, simplesmente não há tecnologia atual capaz de forçar a Xiaomi a chegar aos US$ 699 (ou R$ 2.187, na cotação atual e em conversão direta) — e que, portanto, a empresa não tem a intenção de lançar aparelhos premium que superem esse valor, mesmo que a concorrência faça o mesmo.

Pode isso?

Vale lembrar que versões mais poderosas  de tops de linha como o Galaxy Note 9 e o iPhone X ultrapassam tranquilamente a barreira dos US$ 1 mil. Além disso, vale notar que a Xiaomi possui uma política de margem máxima de lucro de 5% — e que ela poderia burlar a regra dos US$ 699 se quisesse obter uma taxa maior do que isso.

Só que muita gente está cética em relação ao posicionamento da Xiaomi. Afinal, componentes atuiais podem ficar mais caros de produzir ou importar, novas (e mais caras) tecnologias podem surgir mais cedo do que o esperado e até a inflação podem fazer com que a promessa não seja mantida por muito tempo.

Você acha que ele está só falando por falar ou acha possível essa manutenção de valor? Deixe a sua opinião nos comentários.

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