Quem tem um conhecimento um pouco mais avançado sobre celulares sabe a importância do bootloader para seu funcionamento. Trata-se, resumidamente, de um programa instalado na própria memória do smartphone por seu fabricante e que gerencia o carregamento do sistema operacional do aparelho. Acontece que, normalmente, as empresas deixam o acesso ao bootloader bloqueado e quem tem vontade de mexer mais livremente em seu aparelho acaba sendo impossibilitado disso.

A empresa vem aumentando cada vez mais o tempo necessário para fazer isso, chegando agora a quase dois meses de espera

O bootloader fica instalado em um local de difícil acesso da memória do celular propositalmente para que usuários com pouca experiência o acessem e façam alterações que possam danificar o smartphone. Porém, desenvolvedores que querem alterar o sistema operacional devem mexer no bootloader desbloqueado.

Tempo demais

As empresas permitem o desbloqueio do bootloader e o fazem para o usuário por meio de alguns métodos diversos. A Xiaomi não proíbe o procedimento e oferece o desbloqueio para usuários que fizerem o pedido. O problema é que a empresa vem aumentando cada vez mais o tempo necessário para fazer isso, chegando agora a quase dois meses de espera.

O fato foi relatado por usuários do fórum XDA que pediram o desbloqueio para aparelhos como o Mi 8, o Redmi 5 Plus e o Redmi Note. O prazo inicial era de três dias após a compra. Isso virou, posteriormente, quinze dias e agora já chega perto dos dois meses. A Xiaomi ainda não fez nenhuma declaração em relação ao problema.

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