Os Galaxys S8S8+ aparecem em ótimas posições em praticamente todas as listas de melhores smartphones de 2017, mandando muito bem em design, hardware, câmera, sistema e mais um monte de coisas. Sendo assim, a Samsung tinha um desafio bem grande para a geração atual, já que o esperado era que o S9 e o S9+ superassem isso tudo.

Agora que passei um tempo testando o modelo maior dessa novidade, posso dizer com segurança que a coreana conseguiu, sim, cumprir essa missão. O dispositivo conta com melhorias no design, câmera com abertura variável e mais poder de fogo. No entanto, antes que você comece a se planejar para comprar um S9+, saiba que isso tudo não quer dizer que ele está valendo mais a pena do que o modelo do ano passado.

A abertura variável traz vantagens...

Vamos começar pelas câmeras traseiras, onde estão as maiores novidades do aparelho. O S9+ é o primeiro smartphone da linha S da Samsung a trazer um sistema duplo na parte de trás, com um sensor de 12 MP com lente de abertura variável entre f/1.5 e f/2.4 e outro também de 12 MP, mas com abertura fixa em f/2.4 e capacidade de zoom ótico de duas vezes.

Esse esquema de abertura variável é algo que só a Samsung fez em um smartphone até agora e está presente tanto no modelo com duas câmeras traseiras quanto no que tem uma só, o Galaxy S9. A novidade funciona mais ou menos do mesmo jeito que o olho humano, usando a abertura maior em ambientes mais escuros e a menor nos mais claros.

No modo automático de fotografia, a câmera do dispositivo vai escolher automaticamente qual abertura é a melhor para cada situação, sem que o usuário saiba. Como resultado, o celular consegue produzir fotos simplesmente excelentes de dia. As cores são ótimas, assim como o nível de detalhes, a nitidez, o contraste e o equilíbrio da exposição quando luzes fortes estão envolvidas no enquadramento – e a história é parecida à noite, com imagens claras, tonalidades definidas e pouco ruído.

... mas nem tudo é perfeito

Uma ressalva que faço para as capturas noturnas com as lentes traseiras do S9+ é que, de vez em quando, o foco pode acabar se perdendo um pouco. No entanto, essa foi uma ocorrência rara, e na maior parte do tempo o resultado sai muito bom mesmo no modo automático.

Falando nessa modalidade do software, agora que ela também tem que decidir qual abertura usar, as fotos acabam demorando uma fração de segundo a mais para serem batidas. Elas ainda são rápidas se as capturas seguintes forem nas mesmas condições de luz que a primeira, mas é melhor usar a função metralhadora se você quiser garantir várias fotografias rápidas de algo em movimento, por exemplo.

Samsung Galaxy S9+ review

Controles manuais

A única forma de escolher manualmente o tamanho da abertura que é usado na hora das fotos fica no modo Pro da câmera, por meio de um botão escondido na configuração de velocidade do obturador. Fazendo isso em lugares com iluminação direta do sol ou em ambientes internos com luzes fortes, senti dificuldade em notar diferenças entre as duas aberturas.

Mesmo assim, colocando lado a lado é possível ver que alguns objetos ficam menos estourados, e manchas de luz ficam menos espalhadas com a abertura menor. As diferenças ficam bem mais visíveis nas fotos em lugares com iluminação fraca ou no escuro total. Aí, a abertura maior garante uma grande diminuição na quantidade de ruído e também melhora bastante as cores das imagens.

Samsung Galaxy S9+ review

Já que estou falando do modo Pro, dá para dizer aqui que, com exceção do controle da abertura da lente principal, nada mais mudou nas configurações oferecidas em comparação às do S8. A novidade continua com controles ótimos, mas seria legal ter opções de ISO superiores a 800 e tempos de exposição maiores que 10 segundos, o que pode ser útil para quem curte tirar fotos do céu noturno, por exemplo – e que celulares como o OnePlus 5t oferecem.

Além do zoom ótico, a câmera dupla do S9+ oferece o recurso de foco dinâmico, que é o nome que a Samsung deu para o efeito de desfoque automático de fundo. Você pode escolher a intensidade desse desfoque antes de tirar a foto, ou então editar depois para aumentar ou diminuir. O resultado acaba ficando muito bom e ressalta o que estiver na frente.

Vídeos bonitões e com gracejos

Ainda na parte traseira, os vídeos também saem bem legais. O S9+ consegue gravar em 4K com taxas de até 60 quadros por segundo. Os iPhones 88 PlusX também permitem isso, mas no Samsung você não é obrigado a usar um formato de vídeo pouco compatível com outros aparelhos. A única limitação do Galaxy nesse ponto é que a estabilização eletrônica só pode ser usada junto à ótica na hora em gravações a no máximo 30 fps.

Fora isso, o Galaxy S9+ possibilita fazer vídeos de timelapse legais em Full HD e tem o recurso de supercâmera lenta com 960 quadros por segundo, coisa que já vimos nos Sony Xperia XZ Premium e XZ1. Nesse modo, a ação fica realmente bem lenta, e o resultado acaba saindo legal se você acertar o timing, mas há algumas ressalvas.

Samsung Galaxy S9+ review

A primeira é que a gravação ainda está limitada à resolução HD (720p), aí o resultado fica estranho em telas maiores que a de um celular. Outro ponto negativo é que o Super Slow Motion só fica legal em condições perfeitas de iluminação, ao ar livre. O recurso até funciona em ambientes internos, mas as imagens acabam ficando escuras e cheias de ruídos. A única vantagem que vi na super câmera lenta do S9+ em comparação à dos aparelhos anteriores da Sony é que no Samsung existe um modo automático, o que ajuda a acertar o timing.

A gravação começa normalmente em 30 fps, mas os 960 quadros por segundo são ativados assim que o aparelho detectar movimento dentro do quadrado que aparece na tela. Depois tudo volta a 30 fps. Ainda dá para escolher a ativação manual e até limitar cada clipe a apenas um trecho em super slow motion por vez, mas o modo automático é mais útil. Mesmo assim, se você está interessado exclusivamente na supercâmera lenta, talvez seja melhor esperar para ver o Xperia XZ2 da Sony, que pelo menos consegue elevar isso para Full HD.

Downgrade nas selfies?

Indo agora para a câmera frontal, aqui o kit como um todo é praticamente idêntico ao que veio no S8, com um sensor de 8 MP e abertura de f/1.7. De dia, as selfies continuam sendo excelentes, com cores e detalhes excelentes. No escuro, elas também continuam claras e com boas tonalidades, mas a quantidade de ruídos parece misteriosamente maior do que em comparação com as fotos que eu mesmo tirei no Galaxy S8 quando fiz sua análise.

Samsung Galaxy S9+ review

Não sei se é uma questão de um sensor de marca diferente ou de software mal-otimizado, mas a queda de qualidade nas selfies do S9+ realmente não faz sentido para mim. Se você souber o motivo, explique nos comentários mais abaixo para ajudar todos os interessados. Nós agradecemos desde já.

De qualquer forma, você pode usar a tela do aparelho como flash, o que melhora bastante os resultados no escuro. Fora isso, a Samsung também trouxe um recurso de desfoque automático para as selfies, o que dá destaques legais. No entanto, aqui é tudo feito via software e não dá para escolher a intensidade do efeito ou editá-lo depois.

AR Emojis: desnecessários

Para finalmente encerrar a parte das câmeras, há ainda os AR Emojis. Diferentemente dos Animojis da Apple, a pegada aqui não é virar os emojis mais famosos, como o ET, o unicórnio ou o cocô, mas sim deixar o celular usar uma selfie sua para criar uma espécie de caricatura interativa.

Dá para customizar detalhes como corte de cabelo e roupas, e você pode usar o personagem para gravar vídeos e mandar para seus amigos. O seu AR Emoji também fica salvo na forma de vários stickers personalizados, que você pode usar como se fossem GIFs comuns. Fora isso, até existem outros personagens, incluindo o Mickey Mouse, mas as opções gratuitas são poucas.

Samsung Galaxy S9+ review

Em geral, achei a novidade decepcionante. A caricatura não sai muito legal para todo mundo, especialmente na parte do cabelo. Além disso, a qualidade do rastreamento de expressões é baixa. Tentar sorrir, fazer bico ou manter uma sobrancelha levantada faz parecer que o bicho na tela está tendo um tique nervoso. Esse é o tipo de coisa que imagino a maior parte das pessoas pegando, criando seu próprio emoji e largando logo em seguida.

O celular mais poderoso da atualidade

Tirando as câmeras, outro ponto de destaque do S9+ é o hardware. Aqui no Brasil, ele chega com o chip Snapdragon 845 da Qualcomm, 6 GB de memória RAM e 128 GB de espaço interno, o que é uma configuração de respeito. Caso essa quantidade de espaço interno não esteja boa para você, ainda dá para expandir com um cartão micro SD – desde que esteja disposto a sacrificar o espaço de um segundo chip na bandeja, infelizmente.

O resultado de todo esse poder de fogo é uma experiência de uso extremamente rápida. Abrir e fechar aplicativos, trocar de um para o outro e rodar games pesados são coisas que o dispositivo tira de letra. Dá até para navegar no Facebook enquanto um vídeo do YouTube estiver rodando ao mesmo tempo em uma janela dividida, e o celular sequer ameaça dar aquelas famosas engasgadinhas na navegação.

Mas até aí, isso é sempre o que qualquer um espera de um celular top de linha, e o Galaxy S8 da própria Samsung consegue fazer tudo isso ainda hoje. A diferença é que, pelo menos em teoria, o S9+ será capaz de se manter assim mesmo com conteúdos mais avançados que podem sair no futuro.

Especificações Galaxy S9+

Benchmarks

Para ver como o Galaxy S9+ se sai em comparação com seus principais concorrentes, o aparelho foi submetido a três aplicativos de benchmark. Os testes utilizados foram o 3DMark (Slingshot Extreme), PCMark e Vellamo. Normalmente, incluiríamos aqui o AnTuTu Benchmark, mas como a metodologia do teste mudou na versão 7.0 do app, ainda não temos dados suficientes de dispositivos para fazer comparações justas.

3DMark Galaxy S9+ benchmark

O 3D Mark oferece uma série de testes para benchmark de smartphones. Entre eles, o Slingshot Extreme permite comparar diretamente entre processadores e GPUs em conteúdos acima do Full HD. A resolução do display é um fator que pode afetar o resultado final. Quanto maior a pontuação, melhor o desempenho.

PCMark Galaxy S9+ benchmark

O PCMark mensura o desempenho do celular durante tarefas comuns de produtividade, como navegação na web, edição de vídeos e fotos e trabalho com documentos e dados em geral. Assim como nos outros casos, totais de pontuação maiores significam resultados melhores.

Vellamo Galaxy S9+ benchmark

O Vellamo Mobile Benchmark aplica dois testes aos smartphones, medindo o desempenho durante o acesso de conteúdo na internet por meio de navegadores no primeiro e da performance do processador no segundo. Novamente, números maiores indicam resultados melhores.

Design: beleza igual, funcionalidade melhor

Mesmo colocando o Galaxy S9+ lado a lado com um S8+, é difícil notar alguma diferença entre as frentes deles. Você precisa prestar muita atenção para notar que o aparelho mais novo é ligeiramente mais largo e menos esticado, o que não afeta a utilização, de qualquer forma. A pegada continua bem confortável.

O visual do S8+ foi muito elogiado ano passado, com o “display infinito” da Samsung, o vidro curvo na frente e atrás e o metal nas laterais. Por isso, dá para entender que a empresa não tenha mexido muito no visual da novidade, por mais decepcionante que isso seja. O fato é que o top de linha da coreana continua sendo um aparelho muito bonito, daqueles que fazem até o meu pai, que não se liga muito em tecnologia, olhar duas vezes e perguntar “que celular chique é esse aí que você está usando, filho?”.

Samsung Galaxy S9+ review

A principal mudança no design foi na traseira, com a adição da segunda câmera e a mudança da posição do leitor de digitais para baixo. Nesse lugar, o sensor biométrico fica ao alcance do indicador, o que faz muito mais sentido e melhora bastante a utilização. Fora isso, todo o resto continua no lugar: os botões de energia, volume e Bixby estão nas mesmas posições, assim como a entrada USB-C, a certificação IP68 de resistência a água e poeira, a caixa de som inferior e – Deus abençoe – o conector de fones de ouvido. Ele continua resistente com certificação IP68.

Já que citei o botão da Bixby, vale dizer que a posição e a facilidade de clique nele me incomodaram bastante no começo. É comum acabar o apertando sem querer e ativando a assistente enquanto usa o celular, o que interrompe tudo o que você estiver fazendo. Ainda não dá para remapear a tecla para fazer outra coisa, mas pelo menos você consegue desativar o acionamento com apenas um clique. Dessa forma, o botão para de incomodar por qualquer coisa e passa a servir apenas para o reconhecimento de comandos de voz quando você o apertar e segurar por alguns segundos.

Tela intocada

A tela do Galaxy S9+ certamente foi o ponto que menos mudou com relação à geração anterior, o que significa que ela continua ótima. O painel é um Super AMOLED de 6,2 polegadas em proporção de 18,5:9. Por causa desse formato, o display maior cabe tranquilamente em um aparelho cujo corpo tem o mesmo tamanho de um com 5,5 polegadas. Além disso, a tecnologia utilizada garante pretos muito profundos e cores excelentes.

A resolução máxima é Quad HD+, o que garante boa densidade de pixels para você conferir seus conteúdos com ótimo nível de detalhes. Assim como na geração anterior, é possível ir até as configurações para reduzir a resolução para Full HD+ ou para HD+, o que economiza energia – detalhes sobre isso mais abaixo.

Samsung Galaxy S9+ review

Seja como for, o fato é que a experiência de utilização da tela é muito boa. Como a intensidade do brilho continua sendo uma das mais fortes que já vi em um celular, isso vale tanto para lugares escuros quanto para ambientes externos em dia de sol forte.

Android em boa forma

O Galaxy S9 e o S9+ já vêm de fábrica com o Android Oreo adaptado para a interface Samsung Experience 9.0, a mesma versão do sistema que está disponível para a geração anterior da linha S. Isso basicamente significa que as novidades chegam com os mesmos pontos positivos do antecessor, incluindo o visual limpo e elegante, a funcionalidade rápida e prática e as funções extras e opções de personalização que a Samsung acrescenta ao software.

Além de incluir menos apps embarcados e permitir que você desinstale os que não achar úteis, alguns detalhes extras foram melhorados, como a possibilidade de desativar as bolinhas de notificação nos ícones dos aplicativos, por exemplo. É possível ainda mudar a ordem dos botões de navegação e trocar até a cor de fundo dessa parte do sistema. Por fim, o celular conta com o Samsung Pay, atalhos para aplicativos e contatos no canto da tela Edge e a Bixby.

Samsung Galaxy S9+ review

A assistente da Samsung ainda funciona de forma muito parecida com quando a testei o Galaxy S8. Depois que você configura tudo, pode ativá-la pressionando por alguns segundos o botão dedicado ou então dizendo “Ei, Bixby” se tiver ativado o reconhecimento de voz. Por padrão você também tem a opção de tocar no botão dedicado para ir para a tela da assistente, mas é tão fácil acionar isso por acidente que a opção acaba mais incomodando que ajudando, e aí o melhor mesmo é desabilitar a função nas configurações da Bixby e usar outras formas de ativação.

No review do S8, falei que a Bixby ainda não funcionava em português e que a Samsung afirmou estar trabalhando para trazer a assistente para o nosso idioma. Já faz bastante tempo desde então, mas por enquanto isso continua só na promessa. Dessa forma, quem quiser usar os comandos de voz dela vai ter que se virar em inglês.

Tudo igual na bateria

O Galaxy S9+ chega de fábrica com 3.500 mAh de capacidade na bateria. No nosso teste de stress, com reprodução contínua de um vídeo no YouTube por 1 hora com o brilho da tela no máximo e o display na resolução Quad HD+, o ritmo do consumo de energia do aparelho seria o suficiente para ele durar 9 horas e 5 minutos fora da tomada – a mesma duração do modelo do ano passado.

Samsung Galaxy S9+ review

No entanto, como afirmei acima, você tem a opção de reduzir a resolução da tela quando quiser que a bateria dure um pouco mais. Refazendo o teste, baixar a resolução para Full HD+ fez o tempo de reprodução do vídeo no YouTube subir 10 horas, e reduzir para HD+ aumentou o número para um total de 11 horas e 7 minutos.

Com isso, o S9+ consegue aguentar bem um dia de uso comum. Além de reduzir a resolução da tela, o modo de economia de energia dá mais algumas opções e diz quanto tempo extra cada uma delas deve garantir a mais antes que o celular morra. Mesmo assim, usuários realmente intensivos ainda vão ter que andar com o carregador. A boa notícia é que o celular consegue ir de zero a 100% em 1 hora e 40 minutos com o carregador que vem na caixa.

Extras

O Galaxy S9+ traz melhorias na parte do áudio. A caixa de som principal continua na mesma posição, voltada para baixo, mas agora o sistema sonoro é estéreo, com um segundo speaker voltado para a frente – ou seja, cobrir a saída inferior com a mão não é mais um problema. Os alto-falantes foram feitos com apoio da AKG e contam com a tecnologia Dolby Atmos, o que significa som mais imersivo, com boa qualidade e volume forte – isso tudo sem abrir mão dos bons fones de ouvido da AKG, que continuam inclusos na caixa.

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Como falei antes, a posição do leitor de digitais está mais acessível na traseira do aparelho. Continuo achando melhor quando o sensor biométrico fica na frente ou na lateral dos celulares, mas isso é questão de gosto pessoal mesmo. Seja como for, o sensor funciona bem, e o desbloqueio da tela é rápido e prático.

Além disso, a Samsung resolveu combinar a leitura de íris e o reconhecimento facial em uma coisa só, bastando ligar a tela e olhar para ela para que o celular seja desbloqueado. Esse método de biometria não é dos mais rápidos, mas também não chega a incomodar. A própria fabricante avisa que esse sistema não é tão seguro quanto usar as digitais, então você vai ter que decidir se corre ou não o risco. Nos testes, eu não consegui desbloquear o aparelho usando fotos impressas ou abertas nas telas de outros dispositivos.

Vale a pena?

O Galaxy S9+ está sendo vendido oficialmente pela Samsung aqui no Brasil por R$ 4,9 mil em sua versão com Snapdragon 845, 128 GB de armazenamento e 6 GB de RAM. O irmão menor, o S9, perde a segunda câmera e tem 4 GB de RAM, mas mantém o resto das configurações e está saindo por R$ 4,3 mil. Os dois têm 10% de desconto se você pagar via boleto, o que significa mais de R$ 400 de desconto.

Samsung Galaxy S9+ review

Enquanto isso, já está fácil encontrar o Galaxy S8 e o S8+ por valores a partir de R$ 2,7 mil. Considerando essa diferença de preço, é extremamente difícil recomendar a novidade para qualquer pessoa que não tenha dinheiro sobrando e faça questão de ter o modelo mais avançado disponível no momento.

Por mais que o S9+ seja melhor em praticamente todos os pontos, os avanços feitos não foram significativos o suficiente para justificar os quase R$ 2 mil de diferença. Como o S8 já é um aparelho muito competente, escolher o mais novo ainda não faz muito sentido. Trocar de um para o outro, então, é verdadeiramente só para quem pode.

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Versão do Sistema OperacionalAndroid 8.0 Oreo
Tipo de TelaIP68 (resistente a poeira e água até 1,5m e 30 minutos)
Tamanho de Tela6,2 polegadas
Resolução de Tela1440 x 2960 pixels
ChipsetExynos 9810 Octa - EMEA / Qualcomm MSM8998 Snapdragon 845 - USA & China
Memória RAM6 GB de RAM
Armazenamento Interno64/128/256 GB
Cartão de MemóriaMicroSD, expansível até 400 GB
Câmera TraseiraDual: 12 MP, abertura f/1.5-2.4, 26mm, 1/2.55", 1.4 µm, Dual Pixel PDAF + 12MP abertura f/2.4, 52mm, 1/3.6", 1 µm, AF, OIS, detecção de face, autofoco, 2x zoom óptico
Capacidade de Bateria3500 mAh
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