Se você imaginava que ainda no ano de 2018 poderia colocar as mãos no smartphone dobrável que a Samsung vem desenvolvendo – o tal do Galaxy X –, pode perder as esperanças. Segundo informou para o site TechRadar o gerente de produto de tecnologia de telas da Qualcomm Salman Saeed, o projeto ainda deve demorar alguns anos para ser aperfeiçoado a ponto de se tornar um produto comercializável.

De acordo com o executivo, o problema está em alguns componentes internos que contribuem para a menor durabilidade do produto – um smartphone dobrável contém uma arquitetura de transistores na tela que não suporta o movimento constante sem apresentar defeitos. Além disso, é necessário fazer uma série de ajustes na experiência do usuário que vai usar um dispositivo consideravelmente diferente de tudo o que existe no mercado hoje.

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O futuro está próximo

Em vez de ter uma tela principal supergrande, você pode ter um smartphone dobrável que se torna uma tela ainda maior

Apesar de tudo, para Saeed, uma nova geração de smartphones dobráveis vai ganhar o mercado muito em breve – em 2019, para ser mais exato. Claro, não serão do mesmo tipo que o Galaxy X, mas sim como o ZTE Axom M, que possui duas telas separadas que dobram uma contra a outra. Esse dispositivo em específico não fez muito sucesso, mas de acordo com o executivo, os aprimoramentos na experiência do usuário, no design dos aparelhos e nos componentes pode fazer desse tipo de celular muito popular no próximo ano.

“Em vez de ter uma tela principal supergrande, você pode ter um smartphone dobrável que se torna uma tela ainda maior, de modo que se você estiver criando algum conteúdo, terá uma área de superfície maior para trabalhar”, afirmou Saeed.

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