Embora a nomenclatura não seja exatamente um consenso entre a indústria e a comunidade, parece que os phablets vieram mesmo para ficar. De acordo com um estudo publicado pelo IDC na última quarta-feira (29), a expectativa é que, até 2019, os celulares grandalhões superem a quantidade dos smartphones mais diminutos. E a ascensão deles não para por aí.

Afinal, a pesquisa também prevê que esses celulares com telas maiores que 5,5 polegadas tenham um crescimento médio de 18,1% anualmente em suas vendas – saltando de 611 milhões para 1 bilhão de aparelhos vendidos por ano. Com isso, o mercado mobile como um todo saltaria de 1,5 bilhão de unidades comercializadas a cada ano para cerca de 1,7 bilhão.

Se os phablets vão subir tanto no conceito do público, porque o setor não cresce ainda mais? Bem, porque os dispositivos menores devem ter uma queda de venda de 7,4%. Quem deve puxar o bonde dos celularzões são os equipamentos chineses que rodam alguma versão do Android, já que a região é apaixonada há tempos por smartphones mais encorpados.

Isso não significa, porém, que a Apple vai perder espaço com essa mudança no mercado. Segundo o relatório, a Empresa da Maçã já se adaptou à brincadeira desde agora, com o iPhone 8 Plus e o badalado iPhone X arrebatando os consumidores da marca em 2017 e podendo representar mais de 50% das vendas mobile da companhia no ano que vem.

Para Ryan Reith, chefão da pesquisa do IDC, tudo isso é um reflexo de como o celular tem se tornado uma central completa de entretenimento para os usuários. Com base nisso, as telas maiores proporcionariam uma experiência melhor para consumo de vídeo, visualização de fotos, navegação nas redes sociais e sessões de jogatina de games. E você, abraçou de vez as telas grandes dos celulares?

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