Galaxy J7 de uma indiana chamada Arpita Dhal entrou em combustão instantânea durante um voo que ia de Délhi para Indore, na Índia, neste fim de semana. Segundo a passageira, sua bolsa começou a emitir fumaça 15 minutos depois da decolagem, e ela imediatamente contatou os comissários de bordo.

Foi um pânico durante o voo. Nós começamos a rezar

Ela tinha mais dois outros smartphones dentro de sua bolsa, mas confirmou ao Hindustan Times que somente o modelo da Samsung estava gerando fumaça. Quando o celular começou a pegar fogo de fato, os comissários tentaram usar um extintor para acabar com as chamas, mas o equipamento falhou. “Foi um pânico durante o voo. Nós começamos a rezar”, disse Atul Dhal, esposo de Arpita, ao jornal.

Atul ainda comentou que nenhum dos extintores do voo funcionou no momento, e sua esposa afirmou que vai fazer uma reclamação formal contra a empresa aérea, Jet Airways, por conta dessa falha generalizada dos extintores do voo 9W 791. “Se houver um incêndio maior ou uma explosão, o que eles farão quando os extintores não funcionarem, como foi o nosso caso?”, questionou a dona do Galaxy J7 que entrou em chamas.

Com os extintores sem funcionar, os comissários de bordo tiveram que colocar o smartphone em chamas dentro de uma bandeja de água, o que resolveu o problema. Os outros celulares de Arpita também foram colocados na água por precaução.

Problemas com o Galaxy J7?

A Jet Airways informou ao Hindustan Times que sua tripulação agiu conforme o protocolo e não mencionou o problema dos extintores. A Samsung disse que está investigando o ocorrido. Além desse caso, o Galaxy J7 já foi o centro de alguns outros pequenos incêndios pelo mundo, mas isso não significa que o modelo é tão perigoso quanto foi o Note 7, que registrou centenas de unidades entrando em combustão espontânea em poucos meses.

Como não foi revelada a geração/versão do J7 causadora desse incêndio no voo 9W 791 da Jet Airways, não há como afirmar que se trata de um problema recorrente com um celular em específico. Entretanto, em grande parte dos casos desse tipo (que não envolveram o Note 7), as investigações apontam que a causa do incêndio é o uso de carregadores ou baterias piratas.

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