Em tradução literal, “concierge” significa “porteiro” em português. Contudo, essa palavra francesa adquiriu ao longo dos anos um significado mais complexo. Hoje em dia, concierge pode ser basicamente um assistente pessoal ou de uma organização que “resolve problemas e encontra facilidades” para os clientes. Por conta dessa conveniência luxuosa ter se tornado minimamente popular entre a galera mais rica, uma fabricante de smartphones chamada Turing resolveu embutir um serviço como esse no seu novo celular, o Appassionato.

O dispositivo em si também é bastante luxuoso, mas o destaque é de fato o serviço de concierge chamado “Sir Alan”. Os usuários podem pedir praticamente qualquer coisa para ele, e os funcionários da Turing fazem tudo acontecer.

É possível solicitar, por exemplo, que Sir Alan compre uma passagem de avião de São Francisco a Honolulu e não se preocupar com nada. Ele só retorna com o seu cartão de embarque e faz a compra no seu cartão de crédito. Outra situação seria o planejamento de uma festa de criança com tema do filme Frozen para o dia seguinte, por exemplo. A pessoa pede a Sir Alan, e a equipe por trás faz tudo acontecer no horário que o usuário quiser. Claro que a pessoa precisa ter o bolso fundo para esse tipo de coisa funcionar, mas é muito provável que o público alvo da Turing não tenha problemas nesse sentido.

Se o cliente quiser assinar o serviço de concierge por dois anos, US$ 1 mil por ano, o smartphone sai de graça. Para comprar o smartphone “sozinho”, o preço é US$ 1,6 mil com um ano de Sir Alan incluso. O dispositivo deve chegar ao mercado em breve, mas não foi liberada uma data precisa.

Apesar de tudo isso ser muito curioso para nós, os não ricos, a Turing não é exatamente a primeira marca de smartphones a apostar nesse segmento. A Vertu, fundada pela Nokia em 1998, também oferecia serviços parecidos junto com seus smartphones que custavam dezenas de milhares de dólares. Essa empresa, entretanto, fechou as portas há pouco tempo.

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