No mundo da tecnologia é assim: por muito pouco tempo se pode sustentar o discurso de que você tem o melhor componente de hardware, a maior resolução de tela, o mais veloz processador/memória/disco rígido do mercado ou o dispositivo de armazenamento de maior capacidade do mundo. Foi exatamente neste último quesito que houve uma “ultrapassagem” nos últimos dias.

Não faz nem um mês que o TecMundo anunciou que a Seagate havia produzido o disco rígido de maior capacidade do mundo. O componente consegue armazenar impressionantes 8 TB (terabytes) e alcança a velocidade de 6 Gb/s na escrita e leitura de dados. Porém, uma concorrente da companhia, a Western Digital, conseguiu produzir uma unidade de armazenamento capaz de comportar 10 TB.

O componente utiliza um formato de selamento bem interessante: em vez de ar, os discos são envoltos com gás hélio, elemento químico que reduz o atrito e, consequentemente, o consumo de energia e calor produzido pelos dispositivos que giram a 7.200 rpm (rotações por minuto), por exemplo. Ao contrário do que muitos podem pensar, as unidades atuais não são seladas a vácuo.

Manter todo o conjunto totalmente livre do ar também evita o surgimento de umidade e outros contaminantes que podem aparecer por ali. E, de acordo com a empresa, esse monstro dos discos rígidos, ao contrário do exemplar da Seagate, já pode ser adquirido.

No entanto, a Western Digital não informa como os consumidores podem fazer isso. É lógico que esse componente é destinado para usos bem específicos e nós, meros mortais, dificilmente poderemos colocar a mão em um exemplar desses.

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