(Fonte da imagem: Reprodução/Google)

Como é de costume, o Google retrabalhou o seu logo em função da atual data comemorativa — produzindo uma daquelas imagens conhecidas como “doodles”. Nesta, a imagem oficial da empresa foi substituída pelos personagens Mônica e Cebolinha, da Turma da Mônica — criação do célebre cartunista Maurício de Sousa.

Mas, além da imagem de inconfundível “ternura” — descontando-se ali o coelho roubado (Sansão) —, como também é de costume, clicar sobre o doodle conduz a algumas informações relacionadas ao Dia dos Namorados.

Há de tudo, naturalmente. Você pode descobrir ali quais são os casais mais calientes do cinema, assim como também ficará sabendo da declaração do Neymar (assumindo-se que você precise dessa informação) e também conhecerá alguns motéis com preços acessíveis. E, é claro, também conhecerá um pouco da curiosa origem da data.

“Sim, eu me caso!”

São Valentim virou um mártir após decidir se casar em época de guerra, algo que havia sido desencorajado pelo imperador Cláudio II — sob a alegação de que homens solteiros são combatentes mais efetivos. Ao ser preso e condenado à morte, Valentim acaba por se apaixonar pela filha cega de um carcereiro, a qual milagrosamente teria curado.

São Valentim, ao receber um rosário da Virgem (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

É claro que isso veio apenas depois da tradição de jejuar durante o período. De qualquer forma, a data acabou ainda coincidindo com rituais de fertilidade bastante singulares. Na Roma antiga, a data festejava Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e Pan (deus da natureza). Na ocasião, os sacerdotes saiam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra, a fim de assegurar a fecundidade.

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